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Um mundo novo

Zona sul e zona norte se encontram na arena de vôlei de praia e colocam Brasil na luta por medalha

Por Denise Mirás

Os cariocas Pedro e Evandro apostam na energia da torcida e da praia de Copacabana para subir ao pódio nos Jogos Rio 2016

Zona sul e zona norte se encontram na arena de vôlei de praia e colocam Brasil na luta por medalha

Ao lado do também estreante Pedro (em pé), Evandro chega aos Jogos em seu primeiro ciclo Olímpico (Foto: CBV/Alexandre Loureiro)

Pedro e Evandro ligam duas pontas do Rio de Janeiro. Zona sul e zona norte se encontram na arena de vôlei de praia, um dos esportes mais tradicionais da cidade e também um dos que mais soma medalhas Olímpicas para o Brasil (11, sendo 6 femininas e 5 masculinas). A dupla de cariocas promete aproveitar da melhor forma a vantagem de jogar em Copacabana, ao lado de familiares e amigos, para tentar subir ao pódio nos Jogos Rio 2016.

“Ter a torcida ao nosso lado, jogando em um dos lugares onde o vôlei de praia começou, pesa bastante. Mas a nosso favor", diz Pedro, filho de Isabel, uma das grandes jogadoras de voleibol da história, e com duas irmãs no vôlei de praia (Maria Clara e Carol).

Criado na Zona Sul, entre Leblon, Ipanema e Gávea, Pedro sente-se em casa no Rio 2016: "Será em Copacabana... Poxa, é a praia mais famosa do mundo, a mais bonita. A arena está linda, enorme e impactante. Nunca vi uma arena tão grande”, afirma o atleta de 30 anos, que pela primeira vez participará dos Jogos Olímpicos.

Pois a recompensa veio ainda mais rápido para Evandro, 26 anos e 2,10m de altura, nascido em Madureira, Zona Norte. “Com apenas um ciclo Olímpico de vôlei de praia já tenho vaga nos Jogos, o que não é comum. Estou trabalhando meu lado psicológico para que nada me abale, nem nos treinos nem na hora da competição.”

Além da energia da torcida, a paixão pelo jogo ajudará os brasileiros. Pedro dá a receita: “Manter o astral alto e a postura alegre de quem gosta de jogar”, diz. "É um momento legal, nada me diverte mais do que estar lá dentro da quadra. Não vejo a hora de jogar. E vamos tentar realizar o nosso sonho de ganhar medalha.”

Evandro (esq.) e Pedro (dir.): jogar em casa é arma a favor da dupla (Foto: CBV/Alexandre Loureiro)

Mas nem só a dupla brasileira aproveitará a energia das areias cariocas. Segundo Pedro, todos que estiverem no Rio para os Jogos sentirão essa boa vibração. “O brasileiro é muito legal, é um barato. E a cidade é linda, a mais bonita do mundo. Fatores assim nos fizeram conquistar o direito de sediar os Jogos", atesta.