Aplicativos Rio 2016

Amplie sua experiência nos Jogos.

Download
Para quem vai a sua torcida?

Para quem vai a sua torcida?

Escolha seus atletas, times, esportes e países favoritos clicando nos botões ao lado dos nomes

Nota: As configurações de favoritos são gravadas em seu computador através de Cookies Se você deseja mantê-las, não limpe seu histórico de navegação

Por favor, ajuste suas preferências

Verifique se as suas preferências estão ajustadas. Você poderá modificá-las a qualquer momento

Expandir Conteúdo

Os calendários serão apresentados neste fuso horário

Expandir Conteúdo
Contraste
Cores originais Cores originais Alto contraste Alto contraste
Ver todos os recursos de Acessibilidade
Um mundo novo

Voluntários fazem a diferença no primeiro evento-teste do Rio 2016 em 2015

Por Rio 2016

Um grupo de 28 voluntários atuou durante todos os dias da fase final da Liga Mundial de Voleibol e tornou possível o evento, dentro e fora da quadra

Voluntários fazem a diferença no primeiro evento-teste do Rio 2016 em 2015

Dentro ou fora de quadra, voluntários foram essenciais para o primeiro evento-teste do ano (Alex Ferro/Rio 2016)

O primeiro evento-teste do ano para os Jogos Rio 2016 chegou ao fim com a França no alto do pódio – mas não são só os jogadores franceses que merecem medalha de ouro. Os 28 voluntários que atuaram na Liga Mundial de Voleibol foram peças-chave para o evento disputado entre os dias 15 e 20 deste mês, no Maracanãzinho.

"Ser voluntário é uma experiência incrível, pela qual todos deveriam passar. O voluntário se sente fundamental para o evento. E, além de ter um contato maior com seus ídolos, é uma oportunidade para ver como tudo acontece por trás das câmeras e também de fazer muitos amigos. Nós viramos uma família", afirma a estudante de jornalismo Paula Oliveira, de 21 anos. 

Além de terem contato direto com alguns de seus ídolos, os voluntários prepararam o palco para que os protagonistas pudessem comandar o espetáculo, seja nos bastidores da arena, orientando as delegações das equipes participantes, ou dentro de quadra, como boleiros e enxugadores. Foram verdadeiros heróis dos seus heróis.

“É surreal. Sabe quando a gente vê na TV e acha que deve ser bem legal ser voluntário e estar pertinho dos atletas? É muito melhor. A emoção é quase fora de controle, mas a gente precisa se segurar e focar no trabalho, senão não tem jogo”, brinca Brendon Bonini, estudante de educação física que tem 19 anos e joga vôlei desde os 10. 

"Em um dos dias eu cheguei na quadra, esbarrei com o Bernardinho, e ele me disse: 'Bom dia de trabalho hoje, lindona!' Depois disso, como eu teria um dia ruim?", conta Paula, que também esteve muito perto do ídolo Lucarelli, ponteiro da seleção brasileira.

Para participar dos eventos-teste, o processo de seleção foi o mesmo que selecionou os voluntários para atuar durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 – quem já se inscreveu e participou da entrevista, portanto, pode ser convocado para trabalhar em dos 43 eventos-teste que estão por vir. E sabe qual a melhor parte? Poder viver a experiência dos Jogos antes de todo mundo! – os próximos torneios do calendário do Aquece Rio, de triatlo e paratriatlo, contarão com o apoio de cerca de 400 voluntários.

O prazo para participar do Programa de Voluntários dos Jogos Rio 2016 está encerrado, mas ainda há chance de fazer parte do espetáculo. Estará aberto até o dia 31 de agosto o processo de seleção para os voluntários que vão compor o elenco das cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Que tal usar o seu talento para representar a cultura brasileira para uma audiência de bilhões de pessoas?

“Inscreva-se. Esta é a melhor coisa que você pode fazer, tenho certeza que ninguém vai se arrepender”, finaliza Brendon.

 
A estudante de jornalismo Paula Oliveira não é levantadora, mas também deixou a bola no ponto certo para as craques da Liga Mundial de Voleibol (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)