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Um mundo novo

Usain Bolt mostra solidariedade a Cesar Cielo e faz reflexão sobre o lado difícil do esporte

Por Rio 2016

Velocista jamaicano espera que o brasileiro consiga se recuperar para os desafios que terá no futuro

Usain Bolt mostra solidariedade a Cesar Cielo e faz reflexão sobre o lado difícil do esporte

Bolt revela só ter um medo na vida: do fracasso (Getty Images/Cameron Spencer)

Astro maior do atletismo para os Jogos Rio 2016, o velocista jamaicano Usain Bolt faz uma reflexão sobre o lado mais difícil do esporte em reportagens publicadas pelo site  Globoesporte.com e pelo jornal O Globo. O ídolo comenta o drama vivido pelo brasileiro Cesar Cielo, que conquistou medalhas em Pequim 2008 (ouro nos 50m livre e bronze nos 100m livre) e Londres 2012 (bronze nos 50m livre) mas não conseguiu se classificar para o torneio Olímpico de natação deste ano. Mostra solidariedade.

“É duro. O esporte não perdoa. Algumas vezes você consegue, em outras, não. Já passei por momentos difíceis”

Usain Bolt, velocista jamaicano


Bolt relembra que no ano passado sofreu com lesões, que o impediram de participar das seletivas nacionais da Jamaica. “Talvez, se tivesse ido, poderia ter tido algum tipo de problema. Algumas vezes você vai ter sorte, em outras a sorte não vai estar do seu lado”, pondera. “Como eu disse, esporte não perdoa. É uma daquelas coisas que são tristes, mas o que você pode fazer? Você tem que lidar com isso. Tomara que ele consiga entender isso para continuar tentando recuperar confiança e trabalhar para seu próximo desafio”, deseja.

Questionado sobre seus medos, o velocista diz ter apenas um. “Na vida?  Só o fracasso realmente". Talvez por este motivo Bolt já esteja planejando os detalhes da sua futura aposentadoria, um ano após os Jogos Rio 2016, no Campeonato Mundial de Atletismo, que será em Londres. Mas se algo fora do planejado acontecer em agosto, a programação pode mudar. “Eu tenho respondido a essa pergunta todo dia (sobre o que fazer se perder no Rio). Eu me pergunto se deveria continuar. Se eu perdesse por causa de uma lesão, provavelmente continuaria. Mas se estiver no meu melhor e for vencido, não faria sentido continuar por mais quatro anos, o que significaria ir caindo a cada ano. Mas eu não vou perder”, garante, confiante.