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Um mundo novo

Terra de talento: oito atletas que fizeram do Brasil uma potência Paralímpica

Por Rio 2016

De Heidelberg 1972 a Londres 2012, supermedalhistas ajudam a construir a história do paradesporto brasileiro

Terra de talento: oito atletas que fizeram do Brasil uma potência Paralímpica

Therezinha Guilhermina, Dias e Dirceu Pinto são algumas das principais apostas do Brasil para o Rio 2016 (Getty Images)

O primeiro pódio do Brasil em Jogos Paralímpicos só veio nos Jogos Heidelberg 1972, doze anos após a primeira edição do evento, com a prata de Róbson Sampaio de Almeida e Luiz Carlos no "lawn bowls", uma versão da bocha disputada na grama. Poucos então sabiam que aquele seria o início de uma progressão histórica de conquistas para o país-sede dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Com performances cada vez mais impressionantes, o Brasil vem se posicionando como uma das maiores potências da competição, somando, até Londres 2012, 230 medalhas.

A meta do Comitê Paralímpico Brasileiro para a primeira edição da América do Sul é continuar fazendo história e conquistar o inédito top 5 do mundo - o país terminou os Jogos Londres 2012 em sétimo no quadro geral de medalhas e foi o país com mais vitórias nos Jogos Parapan-Americanos Toronto 2015.

Para vencer este marco, a torcida verde e amarela vai contar com o talento de atletas como Daniel Dias, Dirceu Pinto e Therezinha Guilhermina, que já comprovaram que tem o que é preciso para triunfar na competição.

Conheça abaixo oito dos maiores medalhistas Paralímpicos do Brasil e garanta o seu ingresso:

Adria dos Santos - atletismo

adria dos santos

Foto: Getty Images/Hannah Johnston

 

Tetracampeã Paralímpica, a velocista cega Adria dos Santos entrou para a história do Brasil e do atletismo ao conquistar 13 medalhas conquistadas (4 ouros, 8 pratas e 1 bronze). Encerrou a carreira em Pequim 2008 e, atualmente, faz parte do Conselho de Esportes do Rio 2016.

André Brasil - natação

andre brasil

Foto: Getty Images/Clive Rose

 

Uma das principais promessas do país no Rio 2016 tem Brasil até no nome. Em apenas duas edições dos Jogos (Pequim 2008 e Londres 2012), André Brasil Esteves já é dono de 10 medalhas Paralímpicas, sete delas de ouro.

Antônio Tenório - judô

antonio tenorio judo

Foto: Getty Images/Buda Mendes

 

O judoca brasileiro ficou sob os holofotes em Atlanta 1996, quando conquistou o ouro inédito do judô Paralímpico para o Brasil (esta foi, inclusive, a primeira medalha do país em um esporte diferente do atletismo e natação). Desde então, só vitórias viriam no caminho do brasileiro. Com cinco participações Paralímpicas, Tenório tem cinco medalhas (4 ouros e 1 bronze).

Clodoaldo Silva - natação

clodoaldo silva natacao

Foto: Getty Images/Buda Mendes

 

Considerado uma das maiores estrelas da edição de Atenas, em 2004, quando conquistou seis medalhas de ouro e uma de prata, o nadador brasileiro chegou a ser comparado ao norte-americano Michael Phelps.

Daniel Dias - natação

daniel dias natacao

Foto: Getty Images/Harry Engels

 

Inspirado pelas conquistas de Clodoaldo estava outra lenda da natação brasileira. Daniel Dias teve provavelmente a melhor estreia Paralímpica de todos os tempos, quando conquistou nada menos do que nove medalhas (incluindo quatro ouros) em Pequim 2008. Quatro anos depois, em Londres, a história se repetiu e o paulista venceu todas as provas que disputou, adicionando mais 10 ouros e cinco recordes mundiais à coleção. Atualmente, é considerado o maior nadador brasileiro e recordista de medalhas no evento - Daniel já soma 15 medalhas, sendo 10 de ouro.

Dirceu Pinto - bocha

dirceu pinto bocha

Foto: Getty Images/Scott Havey

 

Poucos podem saber disso, mas está no Brasil o maior medalhista Paralímpico da bocha. Dirceu José Pinto é campeão absoluto da modalidade, vencendo todas as provas que disputou. São quatro ouros, conquistados nas provas individuais e de duplas.

Luiz Claudio Pereira - atletismo

luiz claudio pereira atletismo

Foto: Getty Images/Buda Mendes

 

Com nove medalhas conquistadas (seis ouros e três pratas), Luiz Claudio Pereira, do atletismo, é a referência brasileira nas provas de arremesso de peso, lançamento de dardo e de disco.

Therezinha Guilhermina - atletismo

Foto: Getty Images/Jamie Mcdonald

 

Com seis medalhas Paralímpicas no currículo, a meta de Therezinha para o Rio 2016 é simples e direta: quer ser a atleta cega mais rápida do mundo. Até o momento foram três ouros, uma prata e dois bronzes conquistados nas provas de velocidade (100m e 200m) do atletismo desde Atenas 2004.