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Um mundo novo

Supertime dos Sonhos: dez astros do basquetebol americano que brilharam nos Jogos Olímpicos

Por Rio 2016

Jordan, Magic, LeBron, Kobe... nomes que fazem qualquer fã babar. Mas quem são os dez mais marcantes desde 1992?

Supertime dos Sonhos: dez astros do basquetebol americano que brilharam nos Jogos Olímpicos

Kevin Durant, que estará nos Jogos Rio 2016, já fez história com suas atuações em Londres 2012 (Photo: Getty Images/Christian Petersen)

A seleção masculina de basquetebol dos Estados Unidos está convocada para os Jogos Rio 2016. Com 12 astros da NBA (a liga profissional do esporte nos EUA), a equipe tenta a terceira medalha de ouro seguida - a Argentina ficou com o ouro em Atenas 2004 -, a quinta desde que os profissionais começaram a competir, em Barcelona 1992.

A missão dos convocados não é tão simples quanto parece, já que nas últimas edições dos Jogos o time americano colocou em quadra os maiores astros da história do basquetebol. Entre tantos nomes de peso, porém, alguns merecem menção honrosa. Selecionamos dez que se destacaram e formariam o Supertime dos Sonhos. São os melhores entre os melhores.

Chris Paul (Londres 2012)

(Foto: Getty Images/Christian Petersen)

Chris Paul tem ótimos argumentos para aparecer na lista, já que ajudou os Estados Unidos a conquistar duas medalhas de ouro. Em 2012, sua melhor participação Olímpica, teve médias de 8,3 pontos e 5,3 assistências por jogo, conduzindo uma equipe que tinha ainda LeBron James, Kevin Durant e Carmelo Anthony.

Magic Johnson (Barcelona 1992)

(Foto: Getty Images/Mike Powell)

Quando o Time dos Sonhos (Dream Team) original foi montado, em 1992, Magic Johnson já havia se aposentado da NBA. Ele voltou a jogar justamente pela equipe Olímpica campeã dos EUA e registrou 8 pontos e 5,5 assistências por jogo, liderando um elenco que tinha ainda Michael Jordan, Charles Barkley, Larry Bird e outras lendas. Poucos homens no planeta poderiam comandar nosso Supertime - e Magic é um deles.

Michael Jordan (Barcelona 1992)

Os Jogos Barcelona 1992 foram os únicos que Michael Jordan disputou como profissional. Como parte do Dream Team, ele registrou 14,9 pontos, 4,8 rebotes e incríveis 4,6 roubadas de bola por partida. Na ocasião, Jordan estava prestes a atingir o auge da carreira e mostrou o que tinha de melhor ao lado dos demais astros do time de 1992.

Kobe Bryant (Pequim 2008)

(Foto: Getty Images/Jeff Gross)

Kobe foi um dos símbolos do time que conquistou o ouro em Pequim 2008, ao lado de LeBron James e Dwyane Wade. Ele registrou média de 15 pontos por jogo pelo Time da Redenção, que teve a missão de apagar a campanha decepcionante dos EUA em Atenas 2004. Ainda marcou 20 pontos na final contra a Espanha.

Kevin Durant (Londres 2012)

(Foto: Getty Images/Christian Petersen )

Durant explodiu no cenário internacional do basquetebol em 2010, ao liderar a seleção dos Estados Unidos no Campeonato Mundial da modalidade. Mais tarde, brilhou novamente nos Jogos Londres 2012, com 19,5 pontos por jogo e sua primeira medalha de ouro Olímpica. O sucesso do atleta em torneios internacionais faz dele uma escolha fácil para o Supertime - e para o Rio 2016.

LeBron James (Pequim 2008)

(Foto: Getty Images/MN Chan)

LeBron teve uma atuação destacada nos Jogos Pequim 2008, com médias de 15,5 pontos, 5,3 rebotes, 3,8 assistências e 2,4 roubadas de bola por jogo. Também foi bem em Londres 2012, com 13,3 pontos, 5,6 rebotes e 5,6 assistências. Mas o LeBron de 2008, no auge de sua forma física, deixaria o Supertime impossível de ser marcado hoje em dia.

Charles Barkley (Barcelona 1992)

Num time que tinha Karl Malone e Michael Jordan, dois dos cinco maiores pontuadores da história da NBA, além de outros monstros sagrados, como Magic Johnson e Larry Bird, o cestinha foi Charles Barkley. Com média de 18 pontos por jogo e implacável no garrafão, arrebentou em Barcelona 1992 e tem vaga garantida nesta nossa equipe.

Tim Duncan (Atenas 2004)

(Foto: Allsport/Ronald Martinez)

A única participação do eterno ídolo do San Antonio Spurs em Jogos Olímpicos ocorreu na decepcionante campanha da medalha de bronze em Atenas 2004. Atuação coletiva à parte, Tim Dunca foi excelente de forma individual, com médias de 12,9 pontos e 9,1 rebotes por jogo.

David Robinson (Atlanta 1996)

(Foto: Getty Images/Jed Jacobsohn)

O pivô do San Antonio Spurs foi o cestinha da segunda versão do Dream Team Olímpico, em Atlanta 1996. Ofuscou inclusive o então jovem Shaquille O’Neal, que mais tarde tomaria conta da NBA. Para fortalecer sua candidatura, Robinson tem mais duas medalhas Olímpicas: ouro em Barcelona 1992 e bronze em Seul 1988, este antes da entrada dos profissionais.­­

Shaquille O’Neal (Atlanta 1996)

Incrivelmente, não são muitas as opções para a posição de pivô, e a escolha de Shaquille O’Neal para nosso Supertime se justifica: ele registrou médias discretas de apenas 9,3 pontos e 5,3 rebotes por partida nos Jogos Atlanta 1996, mas teve alguns ótimos momentos em quadra. A versão jovem e dominante do pivô seria perfeita para completar essa equipe estelar.