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Um mundo novo

Serginho, um especialista em finais Olímpicas, quer fazer história no Rio 2016

Por Rio 2016

No quinto capítulo da série de entrevistas exclusivas com alguns dos melhores atletas do mundo, o líbero fala do sonho de se tornar o primeiro brasileiro a ganhar medalhas em quatro Jogos seguidos em esportes coletivos

Serginho, um especialista em finais Olímpicas, quer fazer história no Rio 2016

Serginho brinca com Vinicius e Tom, os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 (foto: Alex Ferro)

As três últimas finais masculinas de voleibol dos Jogos Olímpicos, em Atenas 2004, Pequim 2008 e Londres 2012, tiveram um personagem em comum: o líbero brasileiro Serginho, que conquistou uma medalha de ouro, na primeira delas, e duas de prata, nas edições seguintes.

Aos 39 anos, ele tem inúmeras recordações Olímpicas, mas não se restringem aos anos em que participou do maior evento esportivo do mundo. Começam em Los Angeles 1984, com a medalha de ouro de Joaquim Cruz nos 800m do atletismo. Passam pelo primeiro título brasileiro no voleibol, em Barcelona 1992. E chegam a dois jogos marcantes em sua trajetória nos Jogos: o primeiro contra a Itália, ainda na primeira fase de Atenas 2004, e o outro contra a Rússia, na final de Londres 2012. Conta aí, Serginho:

Além das medalhas que ganhou, o líbero brasileiro tem muitas lembranças de ídolos de diversos esportes que encontrou nas Vilas Olímpicas. “A sensação de entrar na Vila Olímpica é surreal. Você vê grandes atletas passando que acha que são imortais, inalcançáveis, mas são pessoas comuns. Tirei foto com bastante gente, não tem como não pedir pois acabamos encontrando com os grandes personagens dos Jogos no refeitório (da Vila Olímpica), conversando, trocando experiências, é muito legal”, lembra Serginho.

Um atleta se manter em tão boa forma às vésperas dos 40 anos (completa em 15 de outubro deste ano) não é algo comum. Mas Serginho tem uma receita simples e espera que ela possa lhe proporcionar mais uma final Olímpica, de preferência com outra medalha de ouro. “Eu me cuido muito, não bebo, não fumo, e acredito que o descanso faz parte do treinamento. Fico muito feliz de jogar em alto nível aos 39 anos. Espero chegar bem no ano que vem, dar meu máximo pela medalha de ouro e poder fazer história”, comenta Serginho, que se alcançar um lugar no pódio no Rio 2016 se tornará o primeiro brasileiro a ter quatro medalhas Olímpicas em esportes coletivos.

Acompanhe nossa série de entrevistas com Chad le Clos, Jessica Ennis-Hill, Sardar Singh e Carli Lloyd.