Segunda decisiva para o Brasil nos Jogos Rio 2016
Zanetti, Poliana, Ana Marcela e Scheidt lutam por medalhas, enquanto seleções de basquetebol e voleibol jogam pela classificação e vôlei de praia por vaga na semifinal
Zanetti, Poliana, Ana Marcela e Scheidt lutam por medalhas, enquanto seleções de basquetebol e voleibol jogam pela classificação e vôlei de praia por vaga na semifinal
Ouro em Londres 2012, Arthur Zanetti é favorito ao bi na prova das argolas da ginástica artística (Foto: Getty Images/Ezra Shaw)
A segunda (15) será decisiva para o Brasil nos Jogos Rio 2016. Dois dos esportes em que o país tem boas chances de subir ao topo do pódio – a ginástica artística, com Arthur Zanetti, e as maratonas aquáticas, com Ana Marcela Cunha e Poliana Okimoto – disputam provas decisivas ao longo do dia. A torcida brasileira também deve ficar ligada em Robert Scheidt, que briga por medalha na vela, nas seleções masculinas de basquetebol e voleibol, que lutam para chegar às quartas de final, e na dupla de vôlei de praia Alison/Bruno Schmidt, que pode ir às semifinais.
Uma das principais esperanças do Brasil nos Jogos, o ginasta Arthur Zanetti defende o ouro conquistado em Londres 2012 na final das argolas, marcada para as 14h, na Arena Olímpica do Rio. Zanetti obteve a quinta melhor nota da fase de classificação, atrás de dois chineses, um grego e m russo.
Arthur Zanetti é um dos principais nomes da ginástica artística mundial (Foto: Getty Images/Julian Finney)
Na prova feminina das maratonas aquáticas, que começa às 9h, no Forte de Copacabana, o Brasil tem chance dupla de medalha, com Poliana Okimoto, campeã mundial em 2013, e Ana Marcela Cunha, que ganhou prata e bronze nas duas últimas edições do Mundial. Ouro e prata em Londres 2012, a húngara Eva Risztov e americana Haley Anderson são as principais rivais das brasileiras.
Com o Forte de Copacabana ao fundo, Ana Marcela Cunha nada no local onde acontece a prova das maratonas aquáticas (Foto: Getty Images/Buda Mendes)
Maior medalhista Olímpico da história da vela, o brasileiro Robert Scheidt pode ganhar sua sexta medalha nesta segunda. O veterano compete na regata da medalha da classe Laser, às 14h05, na Marina da Glória, sem chances de ganhar ouro ou prata, mas disputando o bronze com o neozelandês Sam Meech e com o francês Jean Baptiste Bernaz.
Robert Scheidt não tem mais chances de ouro, mas segue na luta pelo bronze na classe Laser (Foto: Getty Images/Clive Mason)
Com apenas uma vitória em quatro partidas, a seleção masculina de basquetebol entra em quadra na Arena Carioca 1 às 14h15 precisando vencer a Nigéria para avançar à segunda fase. Atualmente, o Brasil é o quinto no Grupo A – apenas os quatro primeiros se classificam.
Após derrota para a rival Argentina, Brasil, de Marcelinho Huertas, ficou em situação delicada no Grupo A (Foto: Getty Images/Elsa)
No voleibol, o Brasil também corre risco de eliminação no masculino. Depois de duas derrotas seguidas em quatro partidas, o time de Bernardinho é o quarto no Grupo A e precisa vencer a França às 22h35 no Maracanãzinho para garantir seu lugar entre as equipes que vão às quartas de final.
Levantador Bruninho é o capitão do Brasil nos Jogos Rio 2016 (Foto: FIVB)
Com a eliminação de Pedro Solberg e Evandro, os campeões mundiais Alison e Bruno Schmidt são a única esperança de medalha do Brasil no vôlei de praia masculino. A dupla pode dar um passo importante rumo ao pódio nesta segunda, na rodada das quartas de final, marcada para as 16h, contra o campeão Olímpico Dalhausser e seu parceiro Lucena, na Arena do Vôlei de Praia.
Alison e Bruno Schmidt passaram por espanhois nas oitavas (Foto: FIVB)