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Um mundo novo

Rota da #TochaOlímpica: 5 mineiros que ganharam o mundo contam o que Belo Horizonte tem de melhor

Por Rio 2016

Nomes fortes da cultura brasileira falam de seus lugares preferidos na capital que recebe a chama Olímpica neste sábado

Rota da #TochaOlímpica: 5 mineiros que ganharam o mundo contam o que Belo Horizonte tem de melhor

Belo Horizonte é a terceira capital na rota do revezamento da chama Olímpica. A tocha Rio 2016 passa neste sábado (14), a partir das 10h, nesta grande cidade da região Sudeste do Brasil, que mistura a atmosfera cosmopolita e a informalidade de inúmeros bares com a paisagem de montanhas. De um lado, é berço de manifestações culturais celebradas internacionalmente. De outro, uma cidade que mantém os ares pacatos do interior. 

Em 2016, Belo Horizonte é uma das cidades do futebol dos Jogos Olímpicos Rio 2016, com partidas importantes dos torneios masculino e feminino no Mineirão. Por isso, Rio2016.com pediu para cinco mineiros que ganharam o mundo destacar o que BH tem de melhor. 

Metrópole província

"A cidade tem algo extremamente inspirador, que é essa face “metrópole e província” no mesmo lugar. Espero que ela nunca perca o seu perfume provinciano, porque seu charme vem justamente daí. Gosto de ir a lugares onde você respira esse tempo do início do século passado, como o Parque Municipal, pequenos restaurantes no bairro da Floresta e em Santa Tereza, o Museu de Artes e Ofícios e o Mercado Central. É justamente no Mercado que todas as Minas se encontram. Naquela mistura de artesanato com culinária, você consegue entender a cultura e a formação da alma do mineiro de Belo Horizonte", ressalta o estilista Ronaldo Fraga.

Mercearia boteco

"Por ser a capital de um estado que fica bem no centro do Brasil, recebe influências de todas as regiões. E ainda tem uma atmosfera do interior que é muito interessante. Hoje em dia, vou mais para parquinhos, por causa dos meus filhos. Gosto muito do Parque das Mangabeiras, do Horto Florestal, que é lindo e pouco frequentado. Também gosto muito de botecão que é meio mercearia, desses que vendem verduras, queijo e uma cervejinha no balcão", conta o cineasta e artista plástico Cao Guimarães.

 

Fé e alegria

"Quando menina, eu passeava na região da Pampulha, era uma coisa maravilhosa. Também ia às igrejas, procissões, participava da coroação de Nossa Senhora, dos desfiles de Sete de Setembro. A cidade mudou bastante, mas ainda é muito feliz. Gosto de frequentar os bares da cidade, que são uma tradição aqui", aponta Teuda Bara, atriz e fundadora do Grupo Galpão.

 

Abraço verde

"É uma cidade muito receptiva, talvez das que mais abrace as pessoas que chegam. BH expandiu muito, hoje é uma grande metrópole, mas mantém uma coisa muito gostosa: as grandes avenidas são arborizadas no centro e nas laterais. Quando meu pai era vivo, levava ele para passear na Praça do Papa e na Praça da Liberdade. E BH ainda é uma cidade jovem, uma menina, que está começando a conhecer a vida", ressalta Rodrigo Pederneiras, coreógrafo do Grupo Corpo.


Café no vizinho

"Ainda vejo Belo Horizonte como um “interiorzão”, com costumes como convidar o vizinho para o café. Isso é o que eu mais gosto, esse aconchego e cuidado que o mineiro tem com o outro. O Minas Tênis Clube é a minha segunda casa. Quase todos os dias estou lá e encontro todo mundo do esporte por ali. Estou entrando de cabeça na condução da Tocha Olímpica. Minha família está toda festejando, todo mundo animado para participar comigo deste momento. O Brasil sediar os Jogos Olímpicos é um momento histórico. Estou adorando sentir esse momento de novo, mas do lado de torcedora, sem tanta responsabilidade como atleta", celebra Ana Flávia, ex-jogadora de voleibol e condutora da Tocha Olímpica Rio 2016 em Belo Horizonte