Aplicativos Rio 2016

Amplie sua experiência nos Jogos.

Download
Para quem vai a sua torcida?

Para quem vai a sua torcida?

Escolha seus atletas, times, esportes e países favoritos clicando nos botões ao lado dos nomes

Nota: As configurações de favoritos são gravadas em seu computador através de Cookies Se você deseja mantê-las, não limpe seu histórico de navegação

Por favor, ajuste suas preferências

Verifique se as suas preferências estão ajustadas. Você poderá modificá-las a qualquer momento

Expandir Conteúdo

Os calendários serão apresentados neste fuso horário

Expandir Conteúdo
Contraste
Cores originais Cores originais Alto contraste Alto contraste
Ver todos os recursos de Acessibilidade
Um mundo novo

Rio 2016 perde uma voluntária, para o bem do atletismo

Por Rio 2016

Joana Costa, que chegou a se inscrever no programa de voluntariado, atingiu o índice no salto com vara e compete nos Jogos Olímpicos

Rio 2016 perde uma voluntária, para o bem do atletismo

Joana Costa admite que medalha é uma meta irreal, mas projeta melhorar sua marca durante os Jogos (Foto: Getty Images/Alexande Schneider)

O Rio 2016 perdeu uma voluntária, mas foi por uma boa causa. No último final de semana, no Troféu Brasil de Atletismo, uma história de 22 anos de trabalho teve final feliz. Na última oportunidade de obter índice para competir nos Jogos, Joana Costa saltou 4,50m e chegou lá. Aos 35 anos, fará sua estreia Olímpica.

Até então, a chance de participar do Rio 2016 era como voluntária. “Estava me dedicando a isso, não queria ficar fora desse evento de jeito nenhum", diz Joana, que ainda considera a possibilidade. "Até toparia ajudar depois de competir, mas as provas de atletismo vão até os últimos dias. Acho que não vai dar", lamenta. "Porém, se me chamarem para os Jogos Paralímpicos eu vou".

Joana não se importa de ser a 'velhinha' do salto com vara (Foto: Getty Images/Alexandre Scheider)

Classificada, Joana terá a oportunidade de competir ao lado de Fabiana Murer, que no Troféu Brasil fez a melhor marca da carreira, 4,87m. “Quando nos encontramos no Troféu Brasil, brincamos: 'Quem diria! Não é que as velhinhas estão conseguindo?'".

Diferente de Fabiana, porém, Joana sabe que ganhar medalha é uma perspectiva irreal. Mas nem por isso aceita a posição atual. “Meu técnico disse que, do jeito que saltei no Troféu Brasil, não é impossível chegar a 4,60m. Teria uma chance de ser finalista."

A empolgação é tanta que os planos pós-Olímpico mudaram. “Muita gente me pergunta se vou parar. Mas, quer saber? Agora é que eu não vou parar”, declara.