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Um mundo novo

Com cenários paradisíacos, revezamento da tocha Olímpica Rio 2016 revela as belezas do Mato Grosso

Por Rio 2016

Em operação especial, símbolo dos Jogos percorreu as regiões do Pantanal, Nobres e Chapada dos Guimarães nesta sexta-feira (24)

Com cenários paradisíacos, revezamento da tocha Olímpica Rio 2016 revela as belezas do Mato Grosso

Bioma brasileiro, o Pantanal compreende uma área de mais de 250 mil km² entre os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (Foto: Rio 2016/Carla Marques)

A natureza em toda sua beleza: bruta e intocada. É o que o Mato Grosso oferece a seus visitantes em três destinos únicos porém complementares. Unindo a serenidade do Pantanal, a beleza estonteante de Nobres, e a imponência da Chapada dos Guimarães, a chama Olímpica Rio 2016 embarcou em uma jornada pela natureza exuberante mato-grossense nesta sexta-feira (24).

Pantanal

Entre os principais destinos do ecoturismo no país, a região do Pantanal abriga um dos grandes santuários de vida selvagem no planeta. Quem abriu o dia na locação foi o nadador Olímpico Felipe Lima: 

“Vinha para cá mais novo, me lembro de ver os animais soltos na pista e desta convivência direta com eles. Conduzir a tocha trazendo o espírito Olímpico é diferente de tudo”, comentou o atleta, que nasceu em Cuiabá.

Felipe Lima conduziu a tocha Olímpica no Pantanal (Foto: Rio 2016/ Andre Luiz Mello)

Em seguida, Lima passou o símbolo dos Jogos Rio 2016 para o estudante de Poconé Luís Silva, que fez um passeio pela área alagada do Pantanal a bordo de um barco indígena.

Região é considerada uma das maiores áreas alagadas do mundo (Foto: Rio 2016/André Luiz Mello)

Já Patrícia da Silva, moradora local, completou o passeio a cavalo.  "Somos apaixonadas por essa vida. Nós buscamos cuidar do Pantanal. Conhecemos bem os seis meses de cheia, e os seis meses de seca”, disse.

Patricia Silva levou a tocha por uma cavalgada no Pantanal (Foto: Rio 2016/André Luiz Mello)

 A região é cortada por uma das mais emblemáticas estradas do País: a Transpantaneira, com 145 km de extensão, ligando Poconé a Porto Jofre. Lá, a condutora Aline Ribeiro uniu cultura e natureza ao representar a 'Rainha dos Mouros', da tradicional cavalhada da festa de São Benedito. 

Cavalhadas fazem parte da tradicão cultural mato-grossense (Foto: Rio 2016/André Luiz Mello)

Nobres

Ainda pouco conhecida, a cidade de Nobres é considerada por muitos 'a resposta mato-grossense a Bonito', que fica no estado vizinho, Mato Grosso do Sul. Com rios de águas doces e cristalinas, que abrigam centenas de peixes, e grutas de pedra esculpida, a região tem como principais atrações a Lagoa Azul e o Aquário Natural.

Índia bakairi, Juliane Soares conduziu a chama Olímpica na Lagoa Azul (Foto: Rio 2016/André Luiz Mello)

A modelo Lívia Paiva foi uma das condutoras no aquário natural (Foto: Rio 2016/André Luiz Mello)

Chapada dos Guimarães

A integração com a natureza é a marca de Chapada dos Guimarães - uma combinação imponente de vegetação de cerrado, cachoeiras e cânions de pedra. Dos maciços montanhosos, que chegam a mais de 840 metros de altitude, é possível avistar toda a planície pantaneira e Cuiabá.

Na Chapada, a tocha Olímpica passou pelas mãos de nomes como o nadador Luiz Pedro Pereira, o Pepeu, a cantora campo-grandense Tetê Espíndola, e o fotógrafo Izan Petterle. 

Tetê Espíndola com a cachoeira Véu da Noiva ao fundo (Foto: Rio 2016/Fernando Soutello)

Izan Petterle e Pepeu Pereira com a tocha na Chapada dos Guimarães (Foto: Rio 2016/Fernando Soutello)

Maciços podem ultrapassar os 840 metros de altura na região (Foto: Rio 2016/André Luiz Mello)

O Parque Nacional compreende uma área de cerca de 33 mil hectares (Foto: Rio 2016/Fernando Soutello)

E mais: a chama Olímpica em Fernando de Noronha e na Chapada da Diamantina

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