Reta final das classificações Rio 2016: a disputa no tênis de mesa
China é a grande favorita nas disputas de simples e equipes, mas entre os homens a distância para os outros países deve ser menor do que entre as mulheres
China é a grande favorita nas disputas de simples e equipes, mas entre os homens a distância para os outros países deve ser menor do que entre as mulheres
O tênis de mesa será disputado no Pavilhão 3 do Riocentro, de 6 a 17 de agosto (Foto: Feng Li/Getty)
A disputa do tênis de mesa no Rio 2016 promete trazer uma série de feitos inéditos para a história dos Jogos Olímpicos. Com todas as vagas anunciadas pela Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF), haverá país que competirá pela primeira vez, participação simultânea de duas atletas Paralímpicas e a presença da equipe completa do Brasil.
“Será a primeira vez que o Brasil participará, entre mulheres e homens, das provas de simples e de equipes, e não se utilizou dos convites que o país-anfitrião poderia ter direito. Classificou-se desportivamente, garantiu as vagas na mesa, competindo”, destaca o gerente de tênis de mesa do Comitê Rio 2016, Carlos León.

O brasileiro Hugo Calderano foi campeão de simples no Pan de Toronto 2015 e medalha de bronze nos Jogos Olímpicos da Juventude Nanjing 2014 (Foto: ChinaFotoPress/Getty Images)
Para Carlos Léon, a China é a grande favorita no feminino e no masculino. Mas ele acredita em uma competição mais parelha entre os homens. Ouça a análise dele.
Simples
Feminino
Brasil (2); Países Baixos (2); Estados Unidos (2); Egito (2); Congo; Nigéria (2); Porto Rico; Colômbia; México; Venezuela; Austrália (2); Fiji; Tunísia; Canadá; Alemanha (2); Turquia; Portugal (2); Polônia (2); Rússia (2); Áustria (2); Suécia (2); Índia (2); Cingapura (2); China (2); Líbano; República Islâmica do Irã; Tailândia (2); República Popular Democrática da Coreia (2); Filipinas; Japão (2); República da Coreia (2); Taipé Chinesa (2); Hong Kong, China (2); Romênia (2); Hungria (2); Ucrânia; Espanha; França (2); Belarus (2); República Tcheca (2); Eslováquia (2); Síria e Luxemburgo.
Masculino
Brasil (2); Alemanha (2); Egito (2); Nigéria (2); Congo (2); Cuba (2); México; Porto Rico; Austrália (2); Vanuatu; Canadá; Estados Unidos (2); Grécia; Portugal (2); Rússia; Suécia (2); Eslovênia; Dinamarca; França (2); Ucrânia; China (2); Índia (2); Cingapura (2); República Islâmica do Irã (2); Catar; Cazaquistão; Taipé Chinesa (2); Uzbequistão; Tailândia; Japão (2); Hong Kong, China (2); Belarus; República da Coreia (2); Croácia; Áustria (2); Turquia; Polônia (2); Eslováquia; Grã-Bretanha (2); Romênia (2); Paraguai; República Tcheca (2); Finlândia; Hungria; Espanha e Sérvia.
Lembre como foi a final masculina de simples em Londres 2012
Equipes
Feminino
Brasil; Egito; China; Alemanha; Estados Unidos; Austrália; Japão; Cingapura; Hong Kong, China; República da Coreia; Taipé Chinesa; República Popular Democrática da Coreia; Países Baixos; Romênia; Polônia e Áustria.
Acompanhe a final feminina por equipes dos Jogos Londres 2012
Masculino
Brasil; Nigéria; China; Alemanha; Estados Unidos; Austrália; Japão; Hong Kong, China; Portugal; República da Coreia; França; Suécia; Áustria; Polônia; Taipé Chinesa e Grã-Bretanha.

Natalia Partyka enfrenta Mie Skov, da Dinamarca, durante os Jogos Olímpicos Londres 2012 (Foto: Feng Li/Getty)
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Rio2016.com não é uma autoridade absoluta sobre as classificações para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, que são um processo em andamento. Vagas finais só serão confirmadas em julho de 2016 (para os Jogos Olímpicos) e agosto de 2016 (para os Jogos Paralímpicos). Os sistemas de classificação são definidos para cada esporte pela respectiva Federação Internacional e o Comitê Olímpico Internacional ou Comitê Paralímpico Internacional e estão sujeitos a mudanças. Quando um atleta ou equipe obtém uma vaga para seu país, a decisão final se ela será usada e quais atletas irão aos Jogos será tomada pelo respectivo Comitê Olímpico Nacional ou Comitê Paralímpico Nacional (CON ou CPN). Mesmo quando atletas alcançarem uma vaga nominal para eles mesmos, CONs/CPNs podem ter de decidir quem será enviado aos Jogos caso o número de atletas classificados de um país exceda a cota máxima.