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Um mundo novo

Reta final das classificações Rio 2016: a disputa no golfe

Por Marcelo Fefer

Ranking mundial de 11 de julho apontará os 60 competidores no feminino e no masculino que jogarão na Barra da Tijuca

Reta final das classificações Rio 2016: a disputa no golfe

A competição no Campo Olímpico de Golfe ocorrerá entre os dias 11 e 20 de agosto (Foto: Buda Mendes/Getty Images)

Ausente desde St. Louis 1904, o golfe retornará ao programa dos Jogos Olímpicos no Rio 2016. Nesta segunda-feira (11), a Federação Internacional de Golfe (IGF) irá divulgar as listas de 60 atletas habilitados a participar da competição na Barra da Tijuca, entre os dias 11 e 20 de agosto.

Os 15 primeiros do ranking garantirão vagas nominais, com não mais do que quatro atletas por país – caso dos EUA, no masculino, e da República da Coreia, no feminino, segundo parcial do ranking de 05 de julho de 2016. Acompanhe aqui como está o ranking entre as mulheres e aqui entre os homens.

Os golfistas que estiverem da 16ª a 59ª posição também irão assegurar vagas em seus nomes, mas com um limite de dois por país. Será preciso também respeitar o limite mínimo de um atleta de cada um dos cinco continentes (Américas, Ásia, África, Europa e Oceania).

E há uma vaga assegurada ao Brasil, como anfitrião dos Jogos, caso não consiga a vaga pelo ranking de 11 de julho.

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O golfista brasileiro Rafael Barcellos, que participou do evento-teste do esporte, realizado em março, elogia bastante o desenho do campo feito pelo arquiteto americano Gil Hanse com traçado estreito e vegetação rasteira. Rafael avalia que as condições do clima serão decisivas para apontar favoritos ao pódio nos Jogos. Ouça aqui a análise dele.

Lydia Ko, da Nova Zelândia, é a mais jovem golfista a liderar o ranking mundial (Foto: Michael Dodge/Getty Images)

E duas jovens estrelas do golfe mundial prometem ser os nomes a ser acompanhados nos torneios feminino e masculino do Rio 2016. Entre as mulheres, a neozelandesa Lydia Ko, e entre os homens, o norte-americano Jordan Spieth.

Nascida na República da Coreia, Lydia Ko emigrou para a Nova Zelândia com sua família e começou a jogar golfe aos cinco anos, em Auckland. Em fevereiro de 2015, tornou-se líder do ranking mundial, aos 17 anos, nove meses e oito dias. Nunca um golfista (homem ou mulher) tão jovem havia assumido a primeira posição do ranking.

Pouco depois, em 13 de setembro de 2015, ela se tornou a mais jovem campeã de um torneio da série major, como são conhecidos os torneios de maior prestígio do golfe profissional, ao vencer o Evian Championship, na França.

E segundo afirmou em entrevista publicada nesta segunda-feira (5) no site Excelle Sports, Lydia está muito animada com a proximidade dos Jogos Rio 2016 e que será muito especial levar uma medalha para a Nova Zelândia.

Entre os homens, o norte-americano Jordan Spieth, de 22 anos (completa 23 no próximo dia 27), também é reconhecido como um talento precoce. Ele foi o mais jovem golfista a vencer um torneio do circuito PGA, o mais novo a defender os Estados Unidos na Ryder Cup e na President’s Cup, e ainda o mais jovem norte-americano entrar entre os top 10 do ranking mundial.

Jordan Spieth quer levar a bandeira dos EUA ao pódio na volta do golfe aos Jogos (Foto: Andrew Redington/Getty Images)

Spieth já venceu dois torneios de nível major - ganhou o Masters e o US Open, ambos em 2015. Mas até o 13 anos, dedicava-se ao beisebol – esporte que seu pai praticou na universidade.

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Rio2016.com não é uma autoridade absoluta sobre as classificações para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, que são um processo em andamento. Vagas finais só serão confirmadas em julho de 2016 (para os Jogos Olímpicos) e agosto de 2016 (para os Jogos Paralímpicos). Os sistemas de classificação são definidos para cada esporte pela respectiva Federação Internacional e o Comitê Olímpico Internacional ou Comitê Paralímpico Internacional e estão sujeitos a mudanças. Quando um atleta ou equipe obtém uma vaga para seu país, a decisão final se ela será usada e quais atletas irão aos Jogos será tomada pelo respectivo Comitê Olímpico Nacional ou Comitê Paralímpico Nacional (CON ou CPN). Mesmo quando atletas alcançarem uma vaga nominal para eles mesmos, CONs/CPNs podem ter de decidir quem será enviado aos Jogos caso o número de atletas classificados de um país exceda a cota máxima.