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Um mundo novo

Reta final das classificações Rio 2016: a disputa no atletismo

Por Rio 2016

A data-limite para se alcançar o índice Olímpico é 11 de julho. Apenas algumas equipes de revezamento já estão asseguradas nos Jogos

Reta final das classificações Rio 2016: a disputa no atletismo

Os Estados Unidos e a Jamaica de Usain Bolt estão garantidos na disputa do 4 x 100m (Getty Images/Ronald Martinez)

Texto: Marcelo Fefer

Um atleta que aprendeu a treinar para a sua prova através de vídeos na internet é um dos favoritos à medalha de ouro no atletismo nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Sim, é isso mesmo. Julius Yego, de 27 anos, é forte candidato a se tornar o primeiro competidor do Quênia (país com grande tradição nas provas de corrida, em especial as de fundo) a ganhar o título Olímpico em um evento de campo, o lançamento de dardo.

Ouça quais outros atletas merecem ser acompanhados até os Jogos, segundo Martinho Nobre, chefe da equipe de atletismo do Brasil nas últimas sete edições dos Jogos:

 

Campeão mundial em Pequim 2015, Yego desenvolveu suas técnicas assistindo aos desempenhos de especialistas no dardo, principalmente do norueguês Andreas Thorkildsen, campeão Olímpico em Atenas 2004 e Pequim 2008. “Ele fez o segundo melhor lançamento de dardo em toda a história”, destaca Martinho Nobre sobre Julius Yego.

Veja como Julius Yego se desenvolveu no lançamento de dardo:

 

 

 

A data-limite para obtenção do índice Olímpico no atletismo é 11 de julho de 2016

 

Mas, segundo Martinho Nobre, grande parte dos índices devem ser alcançados em maio e junho, quando ocorrem a maioria das etapas da Diamond League e do World Challenge, circuitos promovidos pela Federação Internacional de Atletismo (IAAF). “As etapas do World Challenge reúnem os tops da Diamond League ao lado de atletas intermediários, então as provas devem resultar em alto número de índices Olímpicos”.

 

Quem já está classificado?

 

Feminino
4x100m: Jamaica, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá, Trinidad e Tobago, Brasil, Nigéria e Suíça
4x400m: Estados Unidos, Jamaica, Grã-Bretanha, França, Polônia, Canadá, Austrália e Brasil

Masculino
4x100m: Estados Unidos, Jamaica, Japão, Brasil, França, São Cristóvão e Névis, Trinidad e Tobago, e Alemanha
4x400m: Estados Unidos, Bahamas, Bélgica, Jamaica, Brasil, Grã-Bretanha, Trinidad e Tobago, e Botswana

 

A Jamaica de Shelly-Ann Fraser-Price  já está classificada para a disputa do revezamento 4 x 100m (Foto: Getty Images/Mark Kolbe)

 

Acompanhe a corrida pela classificação em todos os esportes para os Jogos Olímpicos Rio 2016

Fique ligado!

 

  • Dezessete nações diferentes já garantiram vaga para as provas de revezamento dos Jogos Rio 2016 através do Mundial de Revezamento de 2015.
  • Para esta edição dos Jogos, diferente das qualificações Olímpicas anteriores, não haverá distinção de índice A e índice B, uma única marca será válida para a classificação - basta aos atletas igualá-la ou superá-la.
  • A obtenção do índice, no entanto, não é garantia de participação Olímpica -  cada país poderá ter no máximo três representantes por prova. 
  • Abril é o mês em que se deve conhecer os principais candidatos ao pódio nas maratonas Olímpicas com a realização das provas de Boston, Estados Unidos  (18 de abril) e Londres (24), duas provas que devem ter muitos atletas alcançando o índice por causa do alto nível e do grande número de competidores de elite que participarão delas.
  • Antes, de 17 a 20 de março, em Portland, nos EUA, haverá o Mundial Indoor (de pista coberta). Apesar de valer para obtenção de índices de provas com mais de 200m de extensão, não serve como parâmetro de favoritismo para os Jogos. “É uma competição completamente diferente e o número de atletas que se prepara para o Mundial indoor é reduzido”, explica Martinho Nobre.

 

Datas para ficar atento

 

  • Para os revezamentos, as demais oito equipes de cada prova serão conhecidas com o ranking que a IAAF divulgará em 12 de julho.
  • Etapas da Diamond League: Doha, Catar (6 de maio); Xangai, China (14 de maio); Eugene, EUA (28 de maio); Roma, Itália (2 de junho); Birmingham, Inglaterra (5 de junho); Oslo, Noruega (9 de junho); Estocolmo, Suécia (16 de junho); Nova York, EUA (18 de junho).
  • Etapas do World Challenge: Melbourne, Austrália (5 de março); Kingston, Jamaica (7 de maio); Kawasaki, Japão (8 de maio); Pequim, China (18 de maio); Ostrava, República Tcheca (20 de maio); Rabat, Marrocos (22 de maio); Hengelo, Países Baixos (22 de maio); Dakar, Senegal (25 de maio); Madri, Espanha (23 de junho); São Bernardo do Campo, Brasil (26 de junho).
  • US Trials: a seletiva da equipe dos Estados Unidos para os Jogos Rio 2016 acontecerá na cidade de Eugene, de 1º a 10 de julho.

 

O Ninho de Pássaro, em Pequim, receberá uma etapa do Circuito World Challenge em 18 de maio (Foto: Getty Images/Feng Li)

 

Atletas para se acompanhar até os Jogos

 

  • Usain Bolt (Jamaica) – 100m, 200m e 4x 100m
  • Renaud Lavillenie (França) -  salto com vara
  • Julius Yego (Quênia) – lançamento de dardo
  • Jennifer Suhr (Estados Unidos) – salto com vara
  • Valeria Adams (Nova Zelândia) – arremesso de peso

 

Renaud Lavillenie, do salto com vara, é um dos nomes que vale acompanhar até o Rio 2016 (Foto: Getty Images/Cameron Spencer)

Rio2016.com não é uma autoridade absoluta sobre as classificações para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, que são um processo em andamento. Vagas finais só serão confirmadas em julho de 2016 (para os Jogos Olímpicos) e agosto de 2016 (para os Jogos Paralímpicos). Os sistemas de classificação são definidos para cada esporte pela respectiva Federação Internacional e o Comitê Olímpico Internacional ou Comitê Paralímpico Internacional e estão sujeitos a mudanças. Quando um atleta ou equipe obtém uma vaga para seu país, a decisão final se ela será usada e quais atletas irão aos Jogos será tomada pelo respectivo Comitê Olímpico Nacional ou Comitê Paralímpico Nacional (CON ou CPN). Mesmo quando atletas alcançarem uma vaga nominal para eles mesmos, CONs/CPNs podem ter de decidir quem será enviado aos Jogos caso o número de atletas classificados de um país exceda a cota máxima.