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Um mundo novo

Quarteto fantástico da natação americana encara competição pesada por vaga nos Jogos Rio 2016

Por Rio 2016

Michael Phelps, Ryan Lochte, Missy Franklin e Katie Ledecky desafiam uma nova geração de rivais na seletiva dos Estados Unidos

Quarteto fantástico da natação americana encara competição pesada por vaga nos Jogos Rio 2016

A campeão Olímpica Katie Ledecky (esq.) e a estrela em ascensão Simone Manuel tentam a partir de domingo uma vaga no Rio 2016 (Photo: Getty Images/Chris Coduto)

Começa neste domingo (26), em Omaha, Nebraska, a mais concorrida competição de natação do mundo. A seletiva Olímpica dos Estados Unidos, que se estende até o dia 3 de julho, tem ingressos esgotados e coloca o quarteto de astros da natação do país frente a frente com uma nova geração de promissores nadadores.

A seletiva é a única oportunidade de garantir uma das 52 vagas Olímpicas dos Estados Unidos na natação. Na maioria das disputas, apenas os dois melhores nadadores se classificam para os Jogos. A competitividade é tão forte que nem Michael Phelps, Ryan Lochte, Missy Franklin e Katie Ledecky devem ter moleza.

Isso ajuda a explicar a soberania dos Estados Unidos na natação. Nos Jogos Londres 2012, por exemplo, o país conquistou 31 medalhas na modalidade, 16 delas de ouro. É mais do que o triplo dos pódios da China, a segunda colocada.

Para Phelps, que conquistou seis medalhas em Londres 2012 e chegou a 22 na história dos Jogos (18 de ouro), esta será a quinta e última seletiva Olímpica. Prestes a completar 31 anos e pai recente, ele desistiu da aposentadoria para competir no Rio 2016, mas tem convicção de que não estará em Tóquio 2020.

Para o  azar dos rivais, Phelps diz que se sente melhor do que nunca às vésperas da disputa. Ele participará de cinco provas em Omaha: 100m e 200m borboleta, 200m medley, 100m e 200m nado livre

"Estou muito mais relaxado, curtindo muito mais essa experiência"

Michael Phelps, em entrevista ao usaswimming.org

Para Ryan Lochte, que conquistou cinco medalhas em Londres 2012 (duas de ouro), este será a quarta seletiva Olímpica. E, embora não tenha dito oficialmente, deve ser a última, já que completará 32 anos quando começarem os Jogos Rio 2016. Serão cinco provas para ele em Omaha: 200m e 400m medley, 100m e 200m nado livre, 200m costas e 100m borboleta.

Assim como o masculino, o evento feminino também tem duas atletas em destaque: Missy Franklin e Katie Ledecky.

Franklin, de 21 anos, competirá em Omaha em quatro provas: 100m e 200m nado livre e 100m e 200m costas. Ela participou da seletiva de 2008 aos 13 anos, mas foi quatro anos depois que explodiu. Em Londres 2012, aos 17 anos, conquistou quatro medalhas de ouro e um recorde mundial nos 200m costas.

"Eu me sinto mais forte e mais em forma do que nunca"

Missy "O Míssil" Franklin, sobre sua preparação para a seletiva

Katie Ledecky era ainda mais jovem do que Franklin quando conquistou sua primeira medalha de ouro Olímpica: tinha 15 anos ao vencer os 800m nado livre em Londres 2012. Em Omaha, participará de seis provas, e é quase certo que se classificará em ao menos quatro: 100m, 200m, 400m e 800m nado livre.

Ela é recordista mundial dos 400m e 800m nado livre, além de campeã mundial dos 200m, 400m e 800m nado livre. Também detém o título mundial dos 1500m livres, prova que não está no cardápio Olímpico das mulheres.

Soberania ameaçada

Mas a equipe norte-americana não se resume aos quatro superastros. A competição em Omaha é a oportunidade para que brilhem outros nadadores, como Maya DiRado, que surge como favorita nos 200m e 400m medleys. Ou Simone Manuel, colega de DiRado na Universidade de Stanford e favorita nos 50m e 100m nado livre.

Entre os homens, Nathan Adrian compete para tentar manter o título Olímpico dos 100m nado livre, conquistado nos Jogos Londres 2012. No total, o experiente nadador de 27 anos tem quatro medalhas, três delas de ouro. 

Porém, Adrian não terá moleza, pois uma nova safra de atletas desponta nas piscinas. Nas provas de velocidade, a ameaça é Caeleb Dressel, que quebrou o recorde norte-americano nas provas de 50 e 100 jardas nado livre.

Mas Dressel não é o único. Existe uma nova safra de jovens doidinhos para explodir. Como Michael Andrews, de 17 anos, que se profissionalizou aos 14 e disputará a seletiva Olímpica pela primeira vez. Campeão mundial na categoria junior, ele vai disputar cinco provas em Omaha. E tem cuidado um especial com a alimentação, como mostra a imagem abaixo.

Entre as mulheres, também vale a pena ficar de olho em Becca Mann, de 18 anos e especialista em provas longas. Ela é uma experiente nadadora de provas em alto mar e a principal candidata a incomodar Katie Ledecky nos 800m livres.

Ainda mais jovem, com apenas 16 anos, Reece Whitley é uma garrota alta, de 2,03m, e conseguiu um feito impressionante: no campeonato mundial de 2015, registrou o mesmo tempo de Michael Phelps nos 200m nado peito.

Para alguns dos nadadores norte-americanos, a seletiva e os Jogos Olímpicos talvez tenham chegado cedo demais. Porém, é apenas questão de tempo até que comecem a contribuir para aumentar a coleção de medalhas dos Estados Unidos na natação.