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Um mundo novo

Michael Phelps sobre carregar bandeira dos EUA: “Maior sorriso que um rosto pode ter”

Por André Naddeo

Maior vencedor da história dos Jogos (18 ouros) falou com os jornalistas após ser escolhido pela delegação dos EUA para ser o porta-bandeira da Cerimônia de Abertura

Michael Phelps sobre carregar bandeira dos EUA: “Maior sorriso que um rosto pode ter”

Michael Phelps na concorrida entrevista coletiva concedida nesta quarta-feira (3) (Foto: Getty Images/Chris Graythen)

O maior medalhista e vencedor da histórias dos Jogos Olímpicos, com 18 medalhas de ouro no currículo, está com o “maior sorriso que um rosto pode ter”. O nadador Michael Phelps, aos 31 anos e na quarta edição do maior evento do planeta, foi o escolhido pela delegação dos Estados Unidos para carregar a bandeira do país na cerimônia de abertura, nesta sexta-feira (5), no estádio do Maracanã. 

“É algo que eu nunca pensei que teria a oportunidade de fazer. Quando um dos membros do nosso staff me contou isso, as lágrimas caíram”, confessou sobre o convite, prontamente aceito, já que “a cerimônia de abertura é algo que eu sempre via pela TV. É algo que quero compartilhar com meus amigos e com a minha família”. Ele foi escolhido em eleição entre os próprios colegas da delegação dos EUA, a maior do Rio 2016, com 556 atletas. 

Phelps concedeu sua primeira e concorrida entrevista coletiva no Centro de Imprensa do Parque Olímpico - seguramente eram mais de 150 jornalistas e fotógrafos registando o momento em que o atleta disse “ser uma honra enorme e algo que ainda estou muito emocionado”. Ainda mais pelo fato de que essa será a primeira Cerimônia de Abertura da carreira do nadador. “Sempre competia no primeiro dia e escolhia ficar na Vila (Olímpica). Agora, com a chance de carregar a bandeira, simplesmente não tem como eu não aceitar (o convite)”. 

Orgulhoso de carregar a bandeira “do país que eu considero o melhor do mundo”, Phelps também comentou o fato de que 10 atletas refugiados estarão competindo sob a bandeira do Comitê Olímpico Internacional (COI), numa iniciativa inédita e que vem tendo extensa cobertura da mídia. “Espero que eles possam aproveitar ao máximo cada momento, pois isso daqui mudou a minha vida. Foi a coisa mais incrível da qual eu já fiz parte”, resumiu. 

Michael Phelps: assédio constante na Vila dos Atletas não incomoda (Foto: Rio 2016/Alexandre Vidal)

Lidando bem com o assédio que sofre diariamente na Vila Olímpica, num momento em que “eu estou muito mais relaxado e tranquilo do que outros tempos”, o mais vitorioso atleta da história dos Jogos também comentou o orgulho que sente por carregar a bandeira dos EUA poucos meses após vivenciar a experiência da paternidade pela primeira vez na vida.

“Já expliquei para ele que potencialmente esta é a minha última Olimpíada”, disse, arrancando risos dos jornalistas. “É algo que eu quero compartilhar com ele. Quero que ele me veja liderando o time, quero mostrar fotos, é algo que estou muito orgulhoso de fazer parte”, finalizou.