Os meios de transporte mais inusitados da tocha Olímpica
A cavalo, de barco, balão e nave espacial, a chama dos Jogos já foi conduzida das maneiras mais diferentes
A cavalo, de barco, balão e nave espacial, a chama dos Jogos já foi conduzida das maneiras mais diferentes
Em Sydney 2000, a tocha Olímpica passou até debaixo d'água (Foto: Getty Images)
O revezamento da tocha Olímpica é sempre feito com condutores caminhando ou correndo, certo? Errado! Apesar de celebrar uma tradição da Antiguidade, a criatividade é muito bem-vinda na hora de transportar a chama pelos quatro cantos do mundo. Rio2016.com reúne abaixo as maneiras mais inusitadas que os condutores encontraram para levar a chama Olímpica até seu destino final: o encontro com a pira Olímpica na cerimônia de abertura dos Jogos.
A tocha Olímpica já viajou de esqui diversas vezes - mas em Lillehammer 1994 a ousadia foi maior. O esquiador Stein Gruben, da Noruega, entrou com a tocha no estádio após um salto espetacular.

Isso mesmo: a tocha Olímpica já esteve até no espaço. Os cosmonautas russos Oleg Kotov e Sergei Riazanski fizeram uma caminhada espacial com a tocha dos Jogos de Inverno Sochi 2014.
(Foto: Nasa)O fogo Olímpico esteve no palco da canoagem slalom um mês antes do início dos Jogos. O canoísta Zachary Franklin segurou firme a tocha enquanto seus colegas da seleção britânica de canoagem remaram pista abaixo no Lee Valley White Water Centre.

Na passagem pelo Rio de Janeiro, a tocha Olímpica dos Jogos Atenas 2004 passou pelas mãos de alguns dos maiores atletas do Brasil. O multicampeão Bob Burnquist, lenda do skate, usou seu instrumento de trabalho (e de diversão) para conduzir a tocha.

Amelia Hempleman-Adams, filha do aventureiro David Hempleman-Adams, mostrou que segue os passos do pai e conduziu a chama no topo de uma das cabines da famosa roda-gigante, um dos cartões-postais mais marcantes da capital inglesa.

Em 1952, a Escandinávia reuniu as edições de Verão (em Helsinque) e de Inverno (em Oslo) dos Jogos Olímpicos. O norueguês Eigil Nansen, neto do explorador e humanista Fridtjof Nansen, esquiou com a tocha Olímpica de Inverno rumo ao Estádio Bislett, palco da cerimônia de abertura.

(Foto: COI)
A atleta britânica - e membro da família real - Zara Phillips entrou no Jockey Club Cheltenham, em Londres, conduzindo a tocha acompanhada do cavalo Toy Town.
Foto: (Matt Cardy/Getty Images)Rumo à cerimônia de abertura no estádio Olímpico de Helsinque 1952, a tocha viajou de bicicleta entre as cidades de Aalborg e Randers, na Dinamarca.
(Foto: Keystone/Stringer)O apresentador de televisão, escritor e aventureiro inglês Ben Fogle levou a lanterna com a chama Olímpica aos céus da Cornuália, na Inglaterra, viajando em um balão de ar quente.
(Foto: Getty Images/Matt Cardy)Como não dá para surfar com a tocha Olímpica, a atleta arrumou outro jeito de conduzi-la sobre o mar: de barco. Sua parte do revezamento foi em Bondi Beach, em Sydney.
(Foto: Getty Images/Scott Barbour)No terceiro dia do revezamento da tocha Olímpica Atenas 2004, a chama passeou de bicicleta. A honra foi de um ciclista australiano, que pedalou sobre duas rodas em Melbourne.
(Foto: Todd Warshaw/Getty Images)Até de embarcação real a tocha Olímpica viajou: a barca Gloriana, da Coroa britânica, conduziu a chama Olímpica sobre as águas do rio Tâmisa, em Londres, com o Big Ben ao fundo.
(Foto: Getty Images/Oli Scarff)