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Um mundo novo

Nadadores sírios refugiados conhecem Estádio Aquático Olímpico

Por Rio 2016

Yusra Mardini e Rami Anis treinaram juntos pela primeira vez pelo Time Olímpico de Refugiados para a Rio 2016 e se impressionaram com arena

Nadadores sírios refugiados conhecem Estádio Aquático Olímpico

Nadadores sírios no primeiro contato com as piscinas dos Jogos Rio 2016 (Foto: Rio 2016/André Naddeo)

Tudo ainda parece um sonho para os nadadores sírios Yusra Mardini, 18, e Rami Anis, 25. Só que a realidade se mostrou monumental nesta quinta-feira ao conhecerem o Estádio Aquático Olímpico, onde ocorrem as provas de natação dos Jogos Rio 2016. É lá que ambos competirão defendendo a bandeira do Comitê Olímpico Internacional (COI) no primeiro Time Olímpico de Refugiados (TOR) da história. 

“É impressionante”, disse Mardini, feliz ao conhecer a arena onde ambos competirão oficialmente nos 100m livres e 100m borboleta. Yusra já teve que usar suas habilidades como atleta para ajudar a salvar 20 vidas num bote que naufragava na perigosa travessia da Turquia para a Grécia. Anis, por sua vez, deixou a Síria com receio de ser recrutado para a guerra

Eles treinaram juntos pela primeira vez, na piscina anexa à arena - Yusra vive em Berlim, na Alemanha, enquanto Rami recebeu o asilo da Bélgica e se estabeleceu na cidade de Eeklo. Ambos têm se acostumado com o assédio constante da imprensa - que só deve aumentar com a chegada de mais membros do TOR na manhã desta sexta-feira. 

“Nós estamos muito orgulhosos de fazer parte desse time. É incrível estar aqui representando pessoas que perderam suas terras natais, suas casas, que foram mortas... Agora estamos aqui representando-as de uma boa forma. É um sentimento incrível”, relatou Anis. O nadador sírio explica que não espera nenhuma medalha para o Rio de Janeiro, mas “que seria um verdadeiro sonho se isso acontecesse em Tóquio 2020: "Vou treinar muito para isso”. 

Yusra Mardini treina pela primeira vez junto com o seu compatriota pelo Time Olímpico de Refugiados