COI está "plenamente confiante" no Brasil para combater o Zika vírus durante os Jogos
Ministro da Saúde brasileiro visitou sede do comitê na Suíça para falar de medidas de proteção à saúde
Ministro da Saúde brasileiro visitou sede do comitê na Suíça para falar de medidas de proteção à saúde
O diretor-geral do COI, Christophe De Kepper, o ministro brasileiro Ricardo Barros e o diretor médico do COI, Richard Budgett (foto: Divulgação)
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, visitou a sede do Comitê Olímpico Internacional (COI) nesta terça-feira (24), na Suíça, e reafirmou o compromisso do governo brasileiro de colocar em prática todas as medidas necessárias para proteger a saúde das pessoas presentes aos Jogos Rio 2016.
O ministro contou que se encontrou na semana passada com o governador em exercício do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, e o prefeito Eduardo Paes para confirmar que as ações de combate ao vírus Zika estão sendo seguidas de forma bastante rígida e tendo impactos positivos.
O diretor-geral do COI, Christophe de Kepper, aprovou as ações do governo brasileiro, principalmente o fato de o país estar trabalhando próximo à Organização Mundial da Saúde (OMS). “Estamos plenamente confiantes de que as medidas tomadas pelo Brasil vão fornecer condições seguras para aqueles ansiosos em vivenciar os Jogos daqui a algumas semanas", disse Kepper.
Entre as ações está a contratação de 2.500 profissionais de saúde temporários, como médicos, enfermeiros e técnicos em enfermagem, e outros 3.500 agentes para trabalhar na eliminação dos focos da dengue, instruir moradores e visitar todas as regiões onde acontecem os Jogos.
O ministro, que está na Suíça para a 69ª edição da Assembleia Mundial de Saúde, também aproveitou para apresentar dados que mostram uma baixa considerável na incidência da transmissão de dengue e outras doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti no período da competição.
“Tranquilizei todos os atletas, a família Olímpica e os turistas que vão se dirigir ao Rio. Demonstramos todas as medidas que estão sendo tomadas pelo governo brasileiro e discutimos se há necessidade de alguma outra”, disse Barros. “Temos um compromisso de mantê-los informados e percebemos que estão satisfeitos com as medidas que o Brasil está adotando, além de acompanhar, com atenção, o desenrolar desse processo”, afirmou Barros.