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Um mundo novo

Meu Lugar no Rio ajuda voluntários em busca de hospedagem para os Jogos

Por Saulo Pereira Guimarães

Do fim de maio até agora, anfitriões cadastrados no site ofereceram mais de 3.500 lugares na cidade aos colaboradores

Meu Lugar no Rio ajuda voluntários em busca de hospedagem para os Jogos

Atletas de remo na Lagoa Rodrigo de Freitas (Rio 2016/Alexandre Loureiro)

Vera dormirá na sala e deixará os dois quartos de sua casa para colegas de Minas Gerais e de Brasília. Aline não vê a hora de receber um finlandês e uma eslovena. Todos – anfitriãs e visitantes – são voluntários dos Jogos Rio 2016 e conheceram-se pelo site Meu Lugar no Rio, que desde o final de maio já ofereceu mais de 3.500 lugares para hospedagem paga ou gratuita na cidade. Segundo Flávia Fontes, gerente geral do programa de voluntários do Rio 2016, a expectativa é de que o número cresça ainda mais até o dia 5, quando ocorre a cerimônia de abertura no Maracanã.

Usuária do Meu Lugar no Rio, a empresária carioca Aline Arruda prepara-se para a chegada do finlandês Matti Inkeroinen e da eslovena Tjaša Bratož no sobrado em que mora, no Engenho Novo. Os três serão voluntários ali pertinho, no Estádio Olímpico (Engenhão). “Vi várias opções e a casa dela me pareceu um bom negócio”, afirma o europeu. “Ela mostrou interesse em me receber desde o comecinho”, diz Tjaša. “Minha mãe e minha irmã estão animadas para a visita deles”, conta Aline.

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Na bairro Pechincha, a 20 quilômetros do Parque Olímpico, Vera Bonfim decidiu mudar-se temporariamente para a sala de seu apartamento. Voluntária na Vila dos Atletas, ela reservou os dois quartos para colegas mineiros e brasilienses. “Queria ter espaço para receber mais gente”, afirma. A professora de inglês Silvia Valcacio, por outro lado, trocará São Paulo por Curicica em agosto. “Vi diárias de R$ 400 para esse período no Rio, mas vou pagar só R$ 40 graças ao site”, afirma ela, que irá trabalhar na Arena Carioca 1.

Vila dos Atletas, na Barra, é um dos locais de trabalho de voluntários (André Motta/Brasil2016.gov.br)

Alojamentos cariocas

“Nosso grande desafio é ter o maior número possível de casas perto das arenas, principalmente na Barra”, afirma Flávia Fontes. Um dos espaços à disposição dos voluntários na área foi chamado de Alojamento Carioca. Trata-se de uma escola particular – com piscina e ar-condicionado – que abrirá cinco de suas salas aos colaboradores.

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A ideia de usar o local foi de Anderson Soares, voluntário que baterá ponto em Deodoro durante os jogos. “Teremos conosco cerca de 80 pessoas vindas da Colômbia, dos Estados Unidos, da Lituânia, do Peru, da Rússia e da Venezuela, entre outros países”, conta ele. A hospedagem, com direito a café da manhã, sai por 60 reais. “Ainda há vagas disponíveis”, diz.

Copacabana é um dos bairros com mais locais para hospedagem de voluntários no site (bisonlux/wikimedia)

Deodoro e Copacabana são os bairros com o maior número de locais para receber os trabalhadores. Quem se hospedar nesses espaços pode pagar ou não pela estadia – depende da proposta do anfitrião. Flavia lembra que a existência de um portal com essa finalidade é algo inédito na história Olímpica. “Receber um voluntário é abrir as portas para quem abriu o coração para os Jogos”, diz Flávia.