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Um mundo novo

Melhor jogador brasileiro da história se anima com tabela do handebol e aponta melhores jogos do Rio 2016

Por Denise Mirás

O dia de abertura, 6 de agosto, com jogos femininos, é dos melhores, assim como a rodada masculina de 13 de agosto, segundo Bruno Souza

Melhor jogador brasileiro da história se anima com tabela do handebol e aponta melhores jogos do Rio 2016

França e Croácia se reencontram no Rio 2016 num dos melhores jogos da fase classificatória (Foto: Getty Images/Jeff Gross)

A tabela do handebol nos Jogos Rio 2016 promete muita emoção. A avaliação é de Bruno Souza, o melhor jogador que o Brasil já produziu no esporte, eleito terceiro do mundo em 2003 e atleta Olímpico em Atenas 2004 e Pequim 2008. “Teremos um primeiro dia de handebol excepcional nestes Jogos Olímpicos. Para quem já comprou ingresso para 6 de agosto ou vai comprar, o sorteio foi muito legal: Noruega x Brasil, Holanda x França, Montenegro x Espanha... É o melhor do handebol feminino que temos hoje no mundo.”

A Arena do Futuro, na Barra, recebe o torneio de handebol dos Jogos Olímpicos Rio 2016 a partir de dia 6 de agosto, às 9h30, com Noruega x Brasil. Se as norueguesas são bicampeãs Olímpicas e têm três títulos mundiais, as brasileiras entraram de vez para o grupo de elite em 2013, quando arrancaram o título mundial da Sérvia em casa, emudecendo um público recorde de 20 mil pessoas em Belgrado. As brasileiras ainda contam com duas jogadoras que foram eleitas melhores do mundo, em 2012 e 2014 respectivamente: Alexandra Nascimento e Duda Amorim.

Brasil não tem medo das europeias no handebol feminino: "É hora de ganhar delas", diz técnico

Alê Nascimento e Duda Amorin: as melhores do mundo em 2012 e 2014 (Fotos: Getty Images)

Bruno Souza, que abriu o mercado dos jogadores brasileiros na Europa e entrou na seleção do mundo de 2003, 2004 e 2005, destaca no dia 7 de agosto o jogo masculino entre Croácia e Catar.

O Catar foi vice-campeão do Mundial 2015 que disputou em casa, com uma verdadeira “seleção internacional” de jogadores naturalizados. “Eles formaram um time superforte e é interessante observar esse tipo de estrutura diferente, com pessoas diferentes. A Croácia se firmou internacionalmente com seu primeiro ouro de esporte coletivo em Atlanta 1996. A partir daí, passou a ser uma referência no handebol masculino.”

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Na partida Dinamarca x Argentina, dia 7 de agosto, Bruno Souza destaca, individualmente, o argentino Diego Simonet, de 26 anos. “Ele é fisicamente muito forte. Um dos maiores centrais do mundo, também é muito querido pela torcida do Montpellier, clube que defende na França.”

No dia 8, a pedida são os duelos França x Rússia e Brasil x Romênia. As brasileiras perderam dessas adversárias no Mundial da Dinamarca 2015, por três gols, ainda nas oitavas de final. A Romênia foi medalha de bronze com Cristina Neagu, de 27 anos, “uma das melhores jogadoras do mundo na atualidade e que faz a diferença: conseguiu colocar sua seleção nos Jogos Olímpicos”.

No dia 9, Catar x França, no masculino, é “o jogo”, diz Bruno. Derrotados pelos franceses na final do Mundial 2015, os asiáticos buscam a revanche. Já os europeus defendem um retrospecto recente que mostra dois ouros Olímpicos, em Pequim 2008 e Londres 2012, e três dos últimos quatro títulos mundiais.

Alemanha está com time jovem e muito alto para o retorno aos Jogos Olímpicos (Foto:Getty Images/Adam Nurkiewicz)

Outro jogo interessante é Alemanha x Polônia. “A Alemanha começou o handebol no mundo. É o país que todo mundo quer ver, no masculino, como o Brasil no futebol. Os alemães ficaram fora dos dois últimos Jogos Olímpicos, mas vêm com uma geração fantástica, com jogadores de mais de 2,00m, já campeões europeus. Os poloneses foram bronze no Mundial 2015. E Alemanha x Polônia é como Brasil x Argentina, rivalidade em todos os esportes.” No mesmo dia, tem Brasil x Eslovênia, lembra Bruno Souza. “Temos chances reais de vitória. Nosso jogo encaixa com o deles.”

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Para o dia 10, os destaques são Romênia x Montenegro, duas forças mundiais no feminino, e Brasil x Espanha: “um jogo que, se tivermos maiores pretensões no campeonato, precisamos ganhar”.

Dinamarca x Croácia, no dia 11, também está na lista de Bruno. “A Dinamarca é muito técnica e a Croácia sempre cresce em Jogos Olímpicos”, diz. ”Podemos falar também de Brasil x Alemanha, pela total ascensão da Alemanha, contra brasileiros jogando em casa, mas que vão penar para parar os grandalhões. É jogo duro. Vamos ver como o Brasil se comporta psicologicamente.”

No dia 12, vale acompanhar as garotas de Montenegro x NoruegaRomênia x Espanha.

Se no feminino o destaque é a rodada de abertura, no masculino o 13 de agosto é “o dia”, segundo Bruno. “Já conheceremos todas as peças e a expectativa estará bem alta.” O melhor jogo será Croácia x França, finalistas habituais em Mundiais e bicampeões Olímpicos que têm chance chegar à decisão mais uma vez no Rio.

Com jogadores "tirados" do rugby, França chegou ao bi Olímpico em Londres 2012 (Foto: Getty Images/Jeff Gross)

A França, explica Bruno, fez um trabalho muito interessante para se tornar uma potência no handebol: em 1995, pegou jogadores em centros de todo o país que eram do rúgbi, de muita força, grandes e ágeis para os “trancos”, para jogar handebol. Com isso, mudou o esquema do handebol, que tinha jogadores mais baixos na defesa. Foi esse trabalho da França que levou o país ao bicampeonato Olímpico.”

O dia também tem Dinamarca e Catar, “que deve ser um jogão”, Argentina e Tunísia – chave para o país vizinho – e Brasil e Egito. “Para passarmos de fase, temos de ganhar de Eslovênia e Egito”, frisa Bruno.

Encerrando a primeira fase feminina, no dia 14, Bruno espera jogos espetaculares como França e Dinamarca, Brasil e Suécia. “Já teremos todas as combinações e todos já saberão quem está fazendo o quê.”

O dia 15 encerra a primeira fase masculina, com França e Dinamarca, Brasil e Suécia. “Vale lembrar que, como muita gente vai ver a Jamaica no atletismo, também vai ver a França no handebol...”

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