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Um mundo novo

'Medalha ouro' de persistência: o australiano Scott Westcott leva 25 anos de treinos para conseguir uma vaga nos Jogos

Por Rio 2016

Maratonista de 40 anos realiza sonho de defender seu país após cinco ciclos Olímpicos de tentativas

'Medalha ouro' de persistência: o australiano Scott Westcott leva 25 anos de treinos para conseguir uma vaga nos Jogos

Australiano conseguiu índice para o Rio 2016 na Maratona de Berlim (Foto: Getty Images/Stu Forster)

Ele tentou em Sydney 2000 competir em casa, depois em Atenas 2004, Pequim 2008 e Londres 2012 sem conseguir realizar seu sonho Olímpico. Muitos já teriam desistido. Felizmente o australiano Scott Westcott é um atleta diferenciado. Aos 40 anos de idade - 25 anos após iniciar no esporte -, o maratonista tem seu nome confirmado oficialmente pelo Comitê Olímpico de seu país para disputar o Rio 2016. Pode não ganhar medalha, mas pela persistência já é um campeão.

“Os Jogos são a competição definitiva. Completar a maratona Olímpica será um sonho realizado”, diz o atleta ao site oficial do Comitê Olímpico Australiano sobre a expectativa de cruzar a linha de chegada, no Sambódromo, de uma das provas mais tradicionais do atletismo.

Não é pouco para Westcott, que depois de falhar na classificação para Londres 2012 chegou a parar de competir. Desistiu da aposentadoria, voltou a treinar e, da persistência, veio a conquista da vaga Olímpica: na Maratona de Berlim do ano passado, ele estabeleceu a marca de 2h15min30, que garantiu ao atleta um lugar entre os representantes da Austrália nos Jogos.


Para Westcott, a maratona é o desafio perfeito para testar resistência e velocidade (Foto: Getty Images/Ben Hoskins) 

O segredo da longevidade, segundo Westcott, é simples. “Ter fome e desejo de competir é essencial”, explica. A preparação física, segundo ele, também é importante. “Fisicamente, o segredo foi ter uma série de técnicos maravilhosos que trabalharam juntos ao invés de arrancar meu couro”, revela. A motivação está em alta. “ Tenho um orgulho que não tem palavras de representar todas as pessoas que me ajudaram na jornada, em especial meu falecido pai, Lawrie, que morreu em 2014”.

O trabalho para competir no Rio, segundo ele, segue tranquilo. “Estou provavelmente no melhor momento da minha carreira”, avalia. “Os treinos vão bem e não ter completado nenhuma maratona no início de 2016 significa que estou descansado e pronto para ação. Vou me preparar da maneira mais inteligente que puder de forma que encontre meu auge físico em 21 de agosto. Estarei tinindo! ”

Surpreendentemente, Westcott não é o competidor mais velho da maratona do Rio 2016. Até agora, o título vai para o Americano Meb Keflezighi, de 41 anos. O australiano diz que no futuro espera que mais atletas acima dos quarenta anos participem da maratona Olímpica, onde a experiência conta muito. “É o desafio extremo, a distância perfeita para testar velocidade e resistência”, define.