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Um mundo novo

Mandarim, russo, alemão... Voluntários intérpretes vão salvar jornalistas nos Jogos Rio 2016

Por Thiago Minete

Além de conhecer instalações e astros do esporte, intérpretes repassam ao mundo a emoção dos atletas Olímpicos e Paralímpicos

Mandarim, russo, alemão... Voluntários intérpretes vão salvar jornalistas nos Jogos Rio 2016

Manshan "Patrícia" Li torna possível a comunicação dos repórteres brasileiros com os atletas chineses (Foto: Rio 2016/Alexandre Loureiro)

Thank you. Merci. Gracias. Danke. 謝謝. Grazie. ありがとう. Obrigado. Muitas serão as maneiras com que os atletas tentarão passar suas emoções após receber uma medalha Olímpica. Mas e se… ninguém por perto entender o que eles estão dizendo? É aí que entra em cena o exército de voluntários intérpretes dos Jogos Rio 2016, com a missão de traduzir para o mundo as palavras dos campeões.

A chinesa Manshan Li, 18, está nesse grupo. A jovem tem participado desde o início do ano de eventos-teste. Ainda em fevereiro, colocou todo o seu mandarim à prova na Copa do Mundo de Saltos Ornamentais. "A sensação que deu foi de: 'nossa, eu sou importante!' Somos os responsáveis por levar as declarações dos atletas a todo o mundo", disse a jovem.

Natural da cidade de Cantão, Manshan se mudou com o pai para Campos dos Goytacazes, no norte do Estado do Rio, e adotou o nome Patrícia -- para facilitar a convivência no Brasil. A língua portuguesa, no entanto, não facilitou para ela: "Até hoje meus amigos brincam comigo porque não consigo falar frango. Só sai 'flango'".

Aksana Sarapkina em ação com atletas russas dos saltos ornamentais (Foto: Rio 2016/Fernanda Porto)

Já a russa Aksana Sarapkina, 40, que é casada com um brasileiro e mora no Rio há sete anos, está no time dos intérpretes de russo. Mas, se precisar, também ajuda com inglês, alemão e holandês. "O evento é muito legal, e estamos aqui para ajudar. Faço aquilo que puder, onde precisarem", conta Aksana.

Intercâmbio cultural é uma marca do time de voluntários intérpretes Rio 2016 (Foto: Rio 2016/Fernanda Porto)

Quem também aderiu a esse espírito de cooperação foi a brasileira Fernanda Mazolli Souza, 29, intérprete de alemão. "Esse intercâmbio cultural é muito legal. A gente conhece pessoas novas e aprende sobre países e palavras novas em várias línguas", diz a voluntária, que aproveita os Jogos para fazer amigos.

Trabalho e diversão caminham lado a lado com os voluntários Rio 2016 (Foto: Rio 2016)