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Um mundo novo

Jogadora de 20 anos se impõe entre os durões do rugby em cadeira de rodas

Por Rio 2016

Única mulher no evento-teste, jovem britânica Coral Batey diz que não teme as trombadas com os adversários

Jogadora de 20 anos se impõe entre os durões do rugby em cadeira de rodas

Talento levou Coral à seleção depois de um ano no programa de desenvolvimento britânico (Rio 2016/Alexandre Loureiro)

Dentre todos os atletas no Torneio Internacional de Rubgy em Cadeira de Rodas, evento-teste dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, um se destaca - aliás, uma: Coral Batey, 20 anos, a única mulher na competição (o esporte é misto). Destemida, ela não demonstrava nenhum receio em bater cadeiras contra adversários bem mais fortes fisicamente e defender o time da Grã-Bretanha, que saiu da competição como vencedor. O contraste, no entanto, aparece fora da quadra. Ao ser convidada para uma entrevista, a confiança é trocada por um olhar assustado. “Ela é tímida” avisa a supervisora da equipe.

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Coral garante que nunca se sentiu diferente dentro do grupo e diz que gosta de atuar ao lado de homens: “É muito legal. Não tem discussões, como geralmente acontece quando se está entre mulheres". A questão, segundo a jogadora, é corresponder às expectativas dos colegas de equipe, que não exigem dela um desempenho diferenciado por ser mulher. “Você tem de mostrar dedicação e fazer parte daquilo. Nunca tive de fazer nada de diferente."

“Eles, definitivamente, me tratam como um dos caras”

Coral Batey, falando sobre sua relação com os companheiros no time britânico


O que fez uma mulher decidir jogar rugby em cadeira de rodas, apelidado de “murderball” (a tradução para o português seria algo como "assassinatobol") pela agressividade das jogadas? Coral diz que não sofreu nenhum tipo de resistência familiar e defende a reputação de seu esporte. “Eu não acho que seja um esporte perigoso, na verdade é muito divertido. Obviamente é um esporte de contato, mas a cadeira de rodas absorve a maior parte do impacto, então não é doloroso”, argumenta.
 


 Para Coral, o rugby em cadeira de rodas não é um esporte perigoso (Foto: Rio 2016/Alexandre Loureiro)


Aos 18 anos, a britânica foi uma das quatro atletas que disputou a última edição do Mundial da Dinamarca, apelidadas de "as quatro terríveis". Precoce, Coral chegou à seleção de seu país depois de apenas um ano competindo no rugby em cadeira de rodas. “Comecei a jogar no North Wales Dragons e fui convidada para integrar o programa de desenvolvimento do time da Grã-Bretanha. Dali fui rapidamente para o time principal", relembra.

Contente com sua primeira estadia no Brasil, ela não vê a hora de voltar em setembro, para os Jogos Rio 2016. “O país é lindo, e o clima é muito bom", elogia.

Rugby em cadeira de rodas encanta atletas e conquista novos fãs

 

 

A intensidade do #EventoTeste de #RugbyEmCR transborda pelas fotos! Pra ver um resumo de tudo: http://bit.ly/EventoTesteRugbyEmCR

Publicado por Rio 2016 em Segunda, 29 de fevereiro de 2016