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Um mundo novo

Japão é ouro na ginástica masculina por equipes, e Rússia desbanca a China pela prata

Por Denise Mirás Atualizado em 08/08/2016 — 22H00

Brasil chega a um inédito sexto lugar na competição, que agora segue para a disputa geral individual e por aparelhos

Japão é ouro na ginástica masculina por equipes, e Rússia desbanca a China pela prata

O pódio da ginástica, com a equipe do Japão ao centro (Foto: Getty Images/Ryan Pierse)

A medalha de ouro estava nas mãos de japoneses ou chineses na disputa da ginástica artística masculina por equipes destes Jogos Olímpicos rio 2016. Estava, porque a Rússia abriu espaço e entrou nesse meio, para ficar com a prata na noite desta segunda-feira (8). Comemorou muito uma medalha Olímpica do conjunto depois de 16 anos. O Japão, do mito Kohei Uchimura, foi mesmo o campeão, e a China teve de se conformar com o bronze.

Esse bronze... o Brasil até ficou perto de “beliscar”. Em determinado momento das rotações, a briga estava boa com a Grã-Bretanha. Mas, como disseram os próprios ginastas brasileiros, seria uma medalha inesperada, porque o país já se estruturou na ginástica mas ainda tem um bom caminho a percorrer para chegar aos top do mundo.  O sexto lugar, inédito, já foi histórico em uma primeira participação por equipes no masculino.

Ivan Stretovich, ginasta russo, na final por equipes (Foto: Getty Images/Matthias Hangst)

Um rei no Rio, feliz com a torcida

Uchimura, 27 anos, tem dez ouros de Mundiais e cinco em Jogos Olímpicos. Foi ouro no individual geral em Londres 2012, depois da prata em Pequim 2008. Ainda individualmente, foi prata no solo em Londres 2012. Por equipes, foi prata duas vezes, em Pequim 2008 e Londres 2012, perdendo para a China.

Sorridente, o ginasta japonês destacou “a torcida fantástica”, que torceu pelos outros países também, além do Brasil, até quando alguém errava: “Eu me senti muito bem competindo aqui”.

Bem-humorado, aceitou fazer a apresentação dos companheiros de equipe: “Ryohei Kato tem muita força mental. Não treme. Kenzo Shirai é o Senhor Pirueta. O Yusuke Tanaka tem precisão e beleza de movimentos. E Kojy Yamamuro fala pouco, mas levanta o nosso espírito. É muito bom nisso.”

Kohei Uchimura em ação pela equipe do Japão: ouro (Foto: Getty images/Alex Livesey)

Festa pela prata

Se a China se mostrou abatida pelo bronze, Zhang Chenglong mostrou o quanto: “Para nós, da China, a medalha por equipes é a mais importante de todas. É a mais representativa e a mais preciosa, porque a ginástica é um trabalho de equipe.”

Estava difícil para os russos pararam quietos. Muito contentes com a medalha Olímpica que o país não conquistava há 16 ano (a Rússia foi bronze em Sydney 200), mostravam imenso orgulho com a prata.

Para os brasileiros, o sexto lugar foi motivo de comemoração. “É um grande resultado. Mostra que estamos chegando junto aos grandes. Se tivéssemos ido muito bem mesmo, dava para beliscar medalha. Vamos pensar em Tóquio 2020. Por enquanto temos de comemorar muito, curtir.”