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Um mundo novo

Ícone do voleibol brasileiro, Giba conduz tocha Olímpica em sua terra natal

Por Elis Bartonelli

Ouro em Atenas e duas vezes medalha de prata, ex-atleta da seleção brasileira aposta em medalhas no Rio 2016 para o Brasil

Ícone do voleibol brasileiro, Giba conduz tocha Olímpica em sua terra natal

Em Londrina, ex-ponteiro lembrou do início da carreira no esporte que o consagrou (Rio2016/Fernando Soutello)

Ele acumula oito medalhas de ouro na Liga Mundial, é tricampeão mundial e esteve em quatro Jogos Olímpicos - conquistando o ouro em Atenas 2004 e  a prata em Pequim 2008 e Londres 2012. O ex-ponteiro da seleção brasileira de voleibol, Gilberto Amauri Godoy Filho, o Giba, de 39 anos, é um dos ícones do esporte no Brasil. Nesta terça-feira (28), ele participou do revezamento da tocha Olímpica Rio 2016 em Londrina (PR), sua cidade natal.

"É muito especial ser condutor deste símbolo, que é pedaço da história aqui na cidade onde eu conheci o vôlei. Me recorda um momento-chave da minha carreira, quando senti a emoção de estar pela primeira vez numa Vila Olímpica, em Sydney. Foi quando percebi que toda a luta para chegar aos Jogos Olímpicos deu resultado. E hoje tenho três medalhas", disse Giba.

Em casa, Giba conduziu a tocha em Londrina (Rio2016/Fernando Soutello)

Com “apenas” 1,93 m, Giba poderia ter ficado para trás tanto de seus adversários quanto dos colegas de equipe, mas a velocidade que imprimia nas quadras compensava a estatura considerada baixa para um jogador de vôlei.  Nos anos que antecederam a sua saída da seleção, o já consagrado atleta foi o destaque do time quatro vezes em um curto intervalo de tempo. Entre 2004 e 2007, ele figurou como o melhor jogador nos Jogos Olímpicos Atenas 2004, na Liga Mundial de Voleibol (2006), no Campeonato Mundial de Voleibol Masculino (2006) e na Copa do Mundo de Voleibol (2007).

“Tenho carinho por todos os jogadores e acho que cada um teve a sua história. Até Sidney 2000, que não teve medalha, foi a realização de um sonho participar dos Jogos. Atenas 2004 foi a consagração de uma geração. A prata em Pequim 2008 foi uma superação, porque vínhamos de um momento conturbado, com o afastamento do Ricardinho.  E a final em Londres 2012 foi meu último jogo pela seleção depois de 20 anos. Foi o final de um ciclo”, avalia ele.

Giba se despediu da seleção há dois anos (Divulgação/FIVB)

Atualmente, a seleção brasileira de vôlei se aquece para os Jogos Rio 2016 disputando a Liga Mundial, que termina em 17 de julho, na Polônia. De olho no desempenho da equipe, Giba aposta em medalhas para o Brasil em agosto.

“A seleção começou muito bem. Os primeiros jogos foram muito importantes e agora o time vai se encaminhando para a fase final da competição. A equipe está no caminho certo, concentrada e ciente das responsabilidades que vai enfrentar aqui. A pressão vai ser grande, os próprios jogadores se cobram. Mas tanto o time masculino quanto o feminino têm chances de levar uma das três medalhas”, opina Giba.

Aposentado das quadras há dois anos, Giba hoje compõe o time de comentaristas da TV Globo e acompanha de perto dos adversários que o Brasil terá nos Jogos.

“Os principais rivais são Polônia, Rússia, França, Estados Unidos, Itália. O Brasil ou um desses cinco times vai levar o ouro”, aposta.

Acompanhe o desempenho dos atletas brasileiros no Rio 2016