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Um mundo novo

Handebol conhece rivais em sorteio na Arena do Futuro

Por Denise Mirás

Por serem do país-sede, técnicos das equipes brasileiras feminina e masculina têm a vantagem de escolher em qual grupo jogar no Rio 2016

Handebol conhece rivais em sorteio na Arena do Futuro

Alexandra, melhor do mundo em 2012, na festa do título do Mundial 2013 (Foto: Getty Images/Streeter Lecka)

Com o sorteio de grupos para os Jogos Olímpicos Rio 2016 marcado para as 14h, o handebol inicia nesta sexta-feira (29) seu evento-teste na Arena do Futuro, no Parque Olímpico da Barra. Morten Soubak e Jordi Ribera, técnicos das seleções brasileiras feminina e masculina, respectivamente, estarão na cerimônia, que indicará seus adversários para os torneios do esporte, entre 6 e 21 de agosto.

Tanto no feminino quanto no masculino, há duplas de países classificados previamente estabelecidas. Com países mais fortes e mais fracos, elas são formadas de acordo com os últimos desempenhos internacionais.

Campeãs do Mundial da Croácia 2013, as brasileiras têm mais status. Por isso, no sorteio, o Brasil faz dupla com a França, que também é forte no feminino. As outras são Noruega-Holanda, Romênia-Rússia, Suécia-Montenegro, Espanha-Argentina, e Coreia do Sul-Angola.

O sorteio é feito por duplas. Na definição dos grupos, duas bolinhas são retiradas – Noruega ou Holanda, por exemplo. Um vai para o Grupo A e, o outro, para o B. E assim por diante.

A dupla com o Brasil fica por último. Isso porque, como país-sede, o Brasil tem a vantagem de analisar como ficou a composição de países nos dois grupos e, só então, escolher em qual quer ficar – no A ou no B. O país que faz dupla com o Brasil (a França, no caso do feminino), vai automaticamente para o grupo oposto.

Depois do sorteio, primeira rodada

Para Morten Soubak, o técnico que dirige a seleção feminina e se diz “um dinamarquês-baiano”, escolher em qual grupo ficar para os Jogos Olímpicos não chega a ser vantagem grande. “Hoje, as forças estão muito equilibradas. Não arriscaria nem mesmo em colocar a Noruega [bicampeã Olímpica] em um patamar muito superior."

No masculino, que faz dupla com a Tunísia, a seleção brasileira tem menos expressão. As outras duplas que vão a sorteio são França-Polônia, Eslovênia-Dinamarca, Croácia-Suécia, Alemanha-Catar e Argentina-Egito.

Logo após a cerimônia do sorteio,começam os jogos do evento-teste na Arena do Futuro, abertos a convidados, e que vão até domingo (1º). Quatro equipes masculinas de clubes – Pinheiros, Taubaté, Maringá e Itajaí – se enfrentam em sistema round-robin (todos-contra-todos) e vence quem consegue mais pontos.

Arena é "nômade"

Diretor do Pinheiros, Marcelo Portugal conta que os atletas estão muito felizes pela oportunidade de sentir o ambiente Olímpico. “E vamos aproveitar o torneio como parte da preparação para o Pan de Clubes no fim de maio, em Buenos Aires.” Rafael Fondazzi, goleiro e supervisor do time de Maringá, disse que ficou até emocionado com o convite. "Nossa equipe tem jogadores formados em Maringá. Vamos com todo gosto”.

Daniela Coelho, gerente de Handebol do Comitê Rio 2016, diz que serão testados, basicamente, o campo de jogo, o sistema de resultados, o trabalho dos oficiais técnicos brasileiros, a apresentação com locutor e voluntários. "O Miguel Roca, vice-presidente da Federação Internacional [IHF, na sigla em inglês], se mostrou satisfeito com a arena", diz Daniela. "Também já tivemos as equipes treinando e os jogadores aprovaram a quadra."

A Arena do Futuro foi desenhada de acordo com um conceito “nômade” de arquitetura. Assim, será desmontada após os Jogos Rio 2016, para ser convertida em quatro escolas públicas.