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Um mundo novo

Ginástica brasileira chega pela primeira vez aos Jogos Olímpicos com as duas equipes, feminina e masculina

Por Rio 2016 Atualizado em 08/07/2016 — 18H49

Diego e Dani Hypolito, Arthur Zanetti, Jade Barbosa e Flavinha Saraiva são alguns dos ginastas convocados para competir no Rio 2016

Ginástica brasileira chega pela primeira vez aos Jogos Olímpicos com as duas equipes, feminina e masculina

Flavinha Saraiva no evento-teste de abril, quando o Brasil garantiu a participação da equipe feminina de ginástica artística no Rio 2016 (Fotos: Rio 2016/Alex Ferro)

Para o Brasil, o Rio 2016 marca a estreia de uma equipe masculina de ginástica artística em Jogos Olímpicos. Assim, pela primeira vez o país terá uma equipe masculina e uma feminina. As duas listas foram divulgadas pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) nesta sexta-feira (8). As disputas da ginástica artística serão entre 6 e 16 de agosto, na Arena Olímpica, na Barra.

A convocação masculina obedeceu a um critério fundamental, segundo o coordenador da equipe, Leonardo Finco: aumentar a chance de o país chegar a mais finais de provas e, assim, disputar mais medalhas.

Foram chamados o campeão Olímpico e mundial de argolas Arthur Zanetti, Diego Hypolito e Sérgio Sasaki – que também já participaram dos Jogos –, Arthur Nory e Francisco Barretto Júnior. Caio Souza e Lucas Bitencourt são os reservas.

Com um bom número de talentos nesta geração, disse Finco, a CBG fez avaliações periódicas para chegar aos melhores ginastas de todo o ciclo Olímpico. "Estudamos também a melhor configuração da equipe para o país tentar passar ao maior número de finais possível e, consequentemente, tentar mais medalhas.”

Arthur Zanetti, além de campeão Olímpico de argolas, tem medalhas de ouro e de prata em Mundiais

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No feminino, foram convocadas Daniele Hypolito, Jade Barbosa (as duas com experiência Olímpica), Flávia Saraiva, Lorrane Oliveira e Rebeca Andrade, as mesmas que conquistaram a vaga Olímpica no evento-teste de abril. Carolyne Pedro é a reserva.

A melhor colocação por equipes do Brasil foi em Pequim 2008, quando as garotas chegaram ao oitavo lugar.

Georgette Vidor, que coordena a equipe feminina, comentou, sobre as convocadas: “Nossa decisão se baseia em quais ginastas irão competir em cada prova, mas esse é nosso segredo, que faz parte da estratégia.”

Também no feminino o objetivo é tentar o maior número de finais, e a definição sobre quais atletas disputarão quais aparelhos será feita a partir de estudos de possibilidades pelo técnico-chefe Alexander Alexandrov em Curitiba, onde a equipe passa a treinar a partir de quinta-feira (14).