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Um mundo novo

Futebol feminino do Brasil chega forte para o Rio 2016, mas posterior renovação preocupa o treinador

Por Rio 2016

Vadão aposta em atletas que atuam no exterior para se dar bem nos Jogos: "Passamos a acreditar numa chance de medalha"

Futebol feminino do Brasil chega forte para o Rio 2016, mas posterior renovação preocupa o treinador

Vadão trabalha para o Brasil fazer bonito nos Jogos, mas sabe que depois virá o desafio de encontrar sucessoras para Marta e outras referências do time (foto: CBF/Rafael Ribeiro)

Marta, Formiga e, possivelmente, Cristiane. Os Jogos Rio 2016 devem marcar a despedida de três dos pilares de uma geração histórica no futebol feminino brasileiro. Antes de iniciar o processo de reformulação, porém, o técnico da seleção brasileira Olímpica, Oswaldo Alvarez, o Vadão, aposta em um time forte, experiente e bem preparado a partir da estreia contra a China, dia 3 de agosto, no Estádio Olímpico.

“Experiência é o diferencial. A Formiga, por exemplo, vai disputar as Olimpíadas pela sexta vez. Cristiane, Marta e outras meninas, que já disputaram os Jogos, dão sustentação às jogadoras menos experientes”, diz Vadão. "Marta, Cristiane, Andressa, Érika e outras atuam na Europa e disputam campeonatos europeus, além da Liga dos Campeões”, explica.

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Andressinha é um dos destaques da nova geração da seleção (Foto: CBF/RafaelRibeiro)

Além de experiente, o time brasileiro conhece bem seus adversários na primeira fase. “Por exemplo, a Marta, joga na Suécia, que está no nosso grupo da primeira fase. Temos seis jogadoras atuando na China, e nossa estreia é contra a seleção chinesa. Então também tem esse lado: elas carregam informações importantes sobre as adversárias”.

Quanto à expectativa da torcida para os Jogos, Vadão é cauteloso. “Melhoramos muito a equipe e passamos a acreditar numa chance de medalha, embora seja muito difícil", diz ele, que destaca um complicador: a obrigação de sucesso por jogar em casa. “Por isso a presença do psicólogo, para nos auxiliar neste trabalho, para que a gente não carregue esse peso”.

Até o time masculino gera pressão sobre as meninas, sobretudo após a decepção na Copa do Mundo 2014. “Tem gente que diz: ‘Vamos ver se pelo menos no feminino temos alguma alegria’. Na verdade não tem nada a ver”, afirma o técnico. 

Formiga vai para a sexta Olimpíada e tem duas medalhas de prata no currículo (Foto: CBF/RafaelRibeiro)

Renovação complicada

Se o presente permite ser otimista, o futuro preocupa Vadão. “Formiga e Marta são dois tipos de atleta muito difíceis de se encontrar no mundo, não temos nenhuma neste perfil", admite o treinador. "Temos boas jogadoras, como a Andressinha, mas elas não têm as características da Marta”.

Nesse ponto, os Jogos servirão ao menos para dar mais rodagem à jovem promessa. “A Andressinha esteve presente no Mundial sub-20, jogou o Mundial com a seleção principal no ano passado e tem estado presente nas convocações posteriores”, afirma Vadão.