Experiência é a arma da seleção feminina de handebol na briga pela primeira medalha Olímpica
São 14 as inscritas, mas o técnico Morten Soubak terá uma armadora esquerda a mais para ajudar na reta final de preparação
São 14 as inscritas, mas o técnico Morten Soubak terá uma armadora esquerda a mais para ajudar na reta final de preparação
Duda, melhor jogadora do mundo em 2014, vai defender o Brasil pela segunda vez em Jogos Olímpicos (Foto: PhotoeGrafia/Divulgação)
O técnico Morten Soubak apresentou a lista de 14 convocadas para defender o Brasil no handebol feminino do Rio 2016. A opção foi por jogadoras mais experientes, com base na equipe que foi sexta colocada em Londres 2012. Apenas a goleira Babi, a central Franciele e a pivô Tamires não estavam no grupo.
Morten trabalhou com 18 jogadoras e reduziu o grupo para 14, número limite para disputar os Jogos. Na reta final de preparação, contará com uma 15ª atleta, a armadora esquerda Juliana Malta, que ajudará nos treinos, mas não ficará na Vila Olímpica.
Sobre a decisão do corte para a inscrição das 14, o técnico dinamarquês disse que pensou primeiro no jogo da própria seleção brasileira, para depois analisar as adversárias. “O mais importante é o perfil de cada uma dentro do grupo", explicou.
Nos Jogos Olímpicos, o Brasil enfrenta a Noruega, bicampeã Olímpica, em 6 de agosto. Na sequência da primeira fase, pega Romênia, Espanha, Angola e Montenegro. As quartas de final serão no dia 16; as semifinais, no dia 18, e a disputa de terceiro lugar e final, no dia 20.
A seleção feminina Olímpica de handebol:
Goleiras – Bárbara Arenhart (Vaci NKSE-Hungria) e Mayssa Pessoa (WHC Vardar-Macedônia).
Armadoras – Deonise Fachinello (HC Odense-Dinamarca), Eduarda Amorim (Gyor Audi ETO-Hungria), Juliana Malta (MKS Zaglebie Lubin-Polônia) e Mayara Moura (EC Pinheiros-SP).
Centrais – Ana Paula Rodrigues Belo (Bucarest-Romênia) e Franciele Gomes da Rocha (Vegus/Guarulhos-SP).
Babi estreia em Jogos, mas estava no time campeão mundial em 2013 (Foto: PhotoeGrafia/Divulgação)