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Um mundo novo

Esporte de alto nível e expectativa para o Rio 2016 marcam o evento de 1 ano para os Jogos Paralímpicos

Por Rio 2016

Celebração teve direito a disputas com alguns dos melhores atletas do mundo, inclusive com reedições de finais Parapan-Americanas

Esporte de alto nível e expectativa para o Rio 2016 marcam o evento de 1 ano para os Jogos Paralímpicos

Brasil e Argentina ficaram no 0 a 0 no futebol de 5 (Rio 2016/Alex Ferro)

“Parece que tem apenas dois dias que eu estava em Londres passando a bandeira para o Rio de Janeiro, mas já estamos a 1 ano dos primeiros Jogos Paralímpicos da América do Sul”. A frase de Sir Philip Craven, presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), retrata bem o clima que tomou conta do Parque dos Patins, na Lagoa Rodrigo de Feitas, durante a celebração do marco de 1 ano para o Rio 2016. Repleto de atividades culturais e esportivas de alto nível incrementado pelo início da venda de ingressos para os Jogos Paralímpicos Rio 2016, o evento não poderia ter outra atmosfera senão a de expectativa para o dia 7 de setembro do ano que vem.

 


“A responsabilidade é grande pela frente, mas o Rio entregará Jogos incríveis e o Brasil terá um desempenho brilhante, e não só dentro das arenas. Nossa torcida também terá um papel fundamental: nossa meta é chegar à marca de 3,3 milhões de ingressos vendidos, meio milhão a mais que em Londres 2012”, afirmou Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e vice-presidente do IPC.


Ao lado de atletas brasileiros medalhistas nos Jogos Parapan-Americanos Toronto 2015 e de George Hilton, ministro do esporte; Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Rio 2016; Pedro Paulo Carvalho, secretário da casa civil da cidade do Rio de Janeiro; e claro, do mascote Tom, Andrew e Sir Craven acionaram o cronômetro de contagem regressiva para os Jogos Paralímpicos Rio 2016.

 


Autoridades e atletas deram início à contagem de 1 ano para os Jogos Paralímpicos Rio 2016 (Alex Ferro/Rio 2016)


Além da experimentação de diversos esportes Paralímpicos, o público presente na Lagoa ainda pôde presenciar desafios de altíssimo nível do esporte para pessoas com deficiência - e o primeiro deles foi a reedição da final Parapan-Americana do voleibol sentado feminino. Depois de perder por 3 a 0 para as norte-americanas em Toronto 2015, a vitória brasileira sobner os EUA na Lagoa por 3 a 2 (25-12, 20-25, 21-25, 25-12 e 15-11) teve gostinho de revanche.


“Nós nunca tínhamos ganhado delas, então foi um gostinho especial ganhar aqui dentro de casa. E foi ótimo ver tanta gente participando de um evento como esse. Estamos a um ano dos Jogos Paralímpicos e é sempre bom ver as pessoas se envolvendo com os esportes para pessoas com deficiëncia”, disse a levantadora brasileira Gizele.


"O evento foi muito legal. Nunca tinha jogado ao ar livre antes, e competir em um lugar lindo como esse e com um visual tão incrível com certeza é especial. O Brasil é o meu país favorito para visitar, então espero poder voltar mais uma vez no ano que vem”, afirmou a líbero norte-americana Bethany Zummo.

 

Jogadoras norte-americanas ficaram encantadas com o visual da Lagoa (foto: Alex Ferro/Rio 2016)


Às 14h, outro tira-teima de final Parapan-Americana, dessa vez no futebol de 5. Em Toronto, o Brasil venceu a Argentina por 2 a 1 no esporte praticado por atletas com deficiência visual. Na Lagoa, no entanto, nenhuma das duas seleções conseguiu marcar.


“O jogo foi muito duro, muito difícil como sempre é com a Argentina, por isso o 0 a 0. Mas o evento foi ótimo. A experimentação de esportes é melhor maneira para as pessoas conhecerem e vivenciarem o esporte Paralímpico, e aqui o público pode conhecer muitos esportes de uma vez só”, disse Jefinho, craque da seleção brasileira.


Além do vôlei sentado e do futebol de 5, os espectadores ainda puderam presenciar atletas da seleção brasileira em uma demonstração do basquete em cadeira de rodas e a coroação de Omara Durand, de Cuba, e Jason Smyth, da Irlanda, como os velocistas Paralímpicos mais rápidos do mundo.

 

Sir Craven, presidente do IPC, participa da experimentação de basquetebol em cadeiras de rodas (foto: Alex Ferro/Rio 2016)


“É muito bom a gente poder vivenciar o esporte Paralímpico desta forma. A gente aprende que deficiência ou qualquer outro tipo de dificuldade não é desculpa para a gente atingir nossos objetivos. Esses atletas são um exemplo para mim, e tenho certeza que vão inspirar todo mundo aqui também”, disse Pedro William, estudante de 18 anos.


O evento também marcou o início da venda dos ingressos para o evento - o pedido já pode ser feito através do portal de ingressos Rio 2016.

 

“Esperamos muito apoio de todos vocês dentro das quadras, das piscinas, dos estádios e das arenas no ano que vem”, disse Jefinho. 

 


No vôlei sentado, as brasileiras venceram as norte-americanas por 3 sets a 2 (Foto: Rio 2016/ Alex Ferro)