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Um mundo novo

Equipe brasileira de futebol de 7 avisa que está pronta para ganhar o ouro nos Jogos Rio 2016

Por Rio 2016

Jogadores dizem que têm habilidade e talento para vencer a Rússia e a Ucrânia, países que têm dominado o esporte nos últimos anos

Equipe brasileira de futebol de 7 avisa que está pronta para ganhar o ouro nos Jogos Rio 2016

Da esquerda para a direita: Marcus Yuri, Gilvano da Silva, Wanderson Oliveira, Willian e Diego Silva (Daniel Zappe/CPB/MPIX)

A seleção brasileira de futebol de 7 está pronta para conquistar a inédita medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Essa foi a mensagem que ecoou em alto e bom som durante um evento na tarde de sábado (21), quando os jogadores da equipe participaram de um bate-bola com crianças, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Rússia e Ucrânia têm dominado o futebol sete, nos últimos anos, mas os brasileiros acreditam que, agora, a pouco mais de um ano para os Jogos Paralímpicos Rio 2016, eles estão no mesmo nível.

“Na minha opinião, somos o melhor time de futebol de 7 do mundo no momento. Rússia e Ucrânia foram as melhores equipes por muito tempo, mas o cenário está mudando. Estamos muito confiantes para o campeonato mundial (neste ano) e para os Jogos Paralímpicos”, disse o meio-campista Wanderson Oliveira, que foi eleito melhor jogador da competição em Barcelona.

"Rússia e Ucrânia são muito organizadas taticamente, mas o Brasil sempre tem uma carta na manga, sempre é capaz de uma jogada que faz a diferença", completou. 

Willian treina com crianças na Praia de Copacabana (Foto: Daniel Zappe/CPB/MPIX)
 

 

O Brasil possui duas medalhas Paralímpicas no futebol de 7 - bronze em Sydney 2000 e prata em Atenas 2004. Rússia e Ucrânia subiram no pódio, por sua vez, nas últimas quatro edições dos Jogos - os russos colecionam dois ouros, uma prata e um bronze, enquanto os ucranianos são donos de dois ouros e duas pratas. Além disso, os pódios de Pequim 2008 e Londres 2012 contaram com a presença do Irã, que levou o bronze em ambas as edições.

Uma demonstração da evolução brasileira aconteceu na Copa Intercontinental de 2013, disputada em Barcelona, na Espanha, quando o Brasil venceu a Rússia por 2 a 0 na semifinal e foi superado pela Ucrânia, atual campeã europeia, por apenas 1 a 0 na decisão. No ano seguinte, confirmou seu bom momento vencendo a Copa América e o Torneio Internacional da Holanda.

Agora, a equipe se prepara para disputar o Campeonato Mundial, que acontecerá em junho, na Inglaterra, e os Jogos Parapan-Americanos de Toronto, em agosto. Mas a cabeça dos atletas já está nos Jogos Rio 2016.

“Será fantástico jogar diante dos nossos torcedores. Estamos muito confiantes e trabalhando duro para conquistar o ouro em 2016. Rússia e Ucrânia são muito fortes fisicamente, mas vamos usar o estilo brasileiro, com muitos passes e habilidade, para superá-los”, afirmou o defensor Diego Silva, que tem o apelido de Di María, uma referência ao jogador argentino de futebol, com quem tem grande semelhança física.

“No meu primeiro dia de treino no meu clube, o Vasco, começaram a me chamar assim e pegou. Algumas pessoas nem sabem que meu nome é Diego. Eu gosto. Ele é uma estrela do futebol mundial, então é uma honra para mim”, revela.

Wanderson Oliveira posa com Tom, o mascote Paralímpico, ao lado de Italo (Foto: Daniel Zappe/CPB/MPIX)

 

Em Copacabana, os jogadores participaram do evento Curta Praia, organizado pela Rede Globo. O jovem Italo Martins, de 6 anos, morador do Méier, foi uma das crianças que participaram do bate-bola com os atletas.

“Gostei muito. Eles são muito legais e jogam muito bem. Vou torcer por eles nos Jogos Paralímpicos”, prometeu.

Até o momento, apenas Ucrânia e Irã estão garantidos no torneio de futebol de 7 dos Jogos Rio 2016, além do Brasil, país-sede. Os outros cinco classificados sairão do Campeonato Mundial e dos Jogos Parapan-Americanos, neste ano.