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Um mundo novo

Música e dança animam as primeiras cerimônias de hasteamento de bandeira na Vila dos Atletas

Por Ernesto Neves

Pequenas delegações do Maldivas, Maláui e Botsuana participaram de evento nesta sexta-feira (29)

Música e dança animam as primeiras cerimônias de hasteamento de bandeira na Vila dos Atletas

Delegações de Maldivas, Maláui e Botsuana chegam para a cerimônia de hasteamento de bandeira (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

Um show de ritmos brasileiros. Foi assim que as delegações de Maldivas, Maláui e Botsuana receberam as boas-vindas na Vila dos Atletas. Os três países foram os primeiros a participar da tradicional cerimônia de hasteamento de bandeira, com a execução do respectivo hino nacional.

O show começou com um espetáculo de dança. Na sequência, o cardápio musical passeou por diversos ritmos brasileiros, incluindo forró, samba e bossa nova. Foram tocadas músicas de Raul Seixas e Tim Maia, além de hits do funk carioca.

Membros da delegação de Maláui mostram ginga (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

Em seguida, a prefeita da Vila Olímpica, a ex-jogadora de basquetebol e duas vezes medalhista Janeth Arcain, realizou um discurso sobre a importância dos Jogos para a humanidade. "O esporte Olímpico significa um mundo melhor, de paz e união entre os povos", disse. "É um prazer enorme ver a bandeira Olímpica tremulando no Rio", afirmou.

O show terminou com os atletas cercados por dançarinos e se esforçando para aprender a dançar funk e samba.

Nadadora Aminath Shajan, das Maldivas: impressionada com as montanhas do Rio (Foto: Ernesto Neves/Rio 2016)

As três delegações são pequeninas. Enquanto Botsuana trouxe apenas 12 atletas, o Maláui tem 5, e as Ilhas Maldivas, 4.

Após enfrentar 24 horas de voo para chegar ao Rio, a nadadora Aminath Shajan, das Maldivas, desembarcou na cidade na noite da última quinta-feira (28). Ela notou algumas similaridades entre os Brasil e seu pais, um arquipélago formado por mais de mil ilhas no Oceano Índico, ao sudoeste da Índia.

"Como aqui, somos um país tropical e de natureza exuberante. E nosso povo também é muito simpático", conta. "Mas não temos montanhas como no Rio. É impressionante", disse Shajan. "Os Jogos são uma oportunidade de união entre todos os povos. É um sonho fazer parte disso".

Brave Lifa, do Maláui: sonho de conhecer o Cristo Redentor (Foto: Rio 2016/Ernesto Neves)

Nadador do Maláui, Brave Lifa desembarcou por aqui há quatro dias e já se sente em casa. "Eu sempre sonhei vir ao Brasil. É uma diversidade de culturas, músicas e raças incrível, que não temos no Maláui", disse.

Apesar da rotina intensa, com dois treinos diários, ele afirma que não volta para casa antes de visitar o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar. "Se em fotos já é incrível, imagina ao vivo".