Confira o que rolou de melhor no 9º dia dos Jogos Rio 2016
Bolt precisou de menos de 10 segundos para roubar a cena neste domingo
Bolt precisou de menos de 10 segundos para roubar a cena neste domingo
Bolt inicia a arrancada que culminaria com o primeiro ouro no Rio 2016 (Foto: Getty Images/Matthias Hangst)
O domingo foi de Usain Bolt. É bem verdade que as exibições dele nos 100m costumam durar menos de 10 segundos. Quase 20, se somarmos semifinais e final. Pouco importa. O atleta mais simpático e midiático dos Jogos Olímpicos não precisa de mais que isso para dar seu recado. O tri nos 100m está garantido. Mas o torcedor ainda terá preciosos segundos para ver o maior velocista da história em ação, nos 200m e no revezamento 4x100m.
Em sua última participação nos Jogos Olímpicos, Usain Bolt tem três objetivos: os tricampeonatos dos 100m, 200m e revezamento 4x100m. Na verdade, agora faltam só os dois últimos. O primeiro ouro no Rio 2016 foi assegurado neste domingo, em 9,81s, deixando para trás o americano Justin Gatlin e o canadense Andre de Grasse.
Diego Hypolito e Arthur Nory: dois brasileiros no pódio (Foto: Getty Images/Quinn Rooney)
Se uma medalha no solo da ginástica era improvável, o que dizer de duas? Pois foi o que aconteceu neste domingo. Diego Hypolito, candidato ao pódio em Pequim 2008 e Londres 2012, esperou para atingir o tão sonhado objetivo em casa, no Rio 2016. Foi prata. Próximo dele, com o bronze, o amigo Arthur Nory.
Murray: derrubar tabus virou a especialidade do britânico (Foto: Getty Images/Julian Finney)
Num dia repleto de medalhas para a Grã-Bretanha, uma tem sabor especial: o ouro de Andy Murray no tênis. Não que seja novidade, já que ele quebrou o jejum britânico em Wimbledon, em 2013, e foi campeão Olímpico em Londres 2012. Mas é justamente esse ouro de quatro atrás que faz o deste domingo tão especial. Afinal, é o primeiro bicampeonato da história dos Jogos no tênis.
Charline Picon solta o grito: ouro para a França (Foto: Getty Images/Mark Kolbe)
No início da prova decisiva da classe RS:X da vela, sete atletas tinham chance de ouro. A francesa Charline Picon, que iniciou a regata com o sexto lugar na classificação geral, roubou a cena. Segunda colocada no domingo, acabou com o ouro numa das competições mais emocionantes da modalidade na história Olímpica.
Foram 112 anos sem golfe nos Jogos Olímpicos. Pois o primeiro campeão da modalidade no século XXI saiu neste domingo. Ele é britânico e atende pelo nome de Justin Rose. Não que seja uma surpresa para os espectadores da modalidade no Rio. Rose já havia roubado a cena no primeiro dia, ao acertar um hole in one, jogada raríssima na qual o golfista acerta a bola no buraco com apenas uma tacada.
Zi He: medalha no peito, anel na mão (Foto: Getty Images/Clive Rose)
Zi He tinha acabado de receber a medalha de prata nos saltos ornamentais, prova da plataforma de 3m. Como se o momento já não fosse especial o bastante, seu namorado, o também saltador Qin Kai, resolveu pedi-la em casamento. O público claro adorou. “Eu não estava esperando por isso. Hoje de manhã entrei no quarto e ele estava falando sozinho. Perguntei o que era e ele falou que estava cantando”, contou a chinesa, também dona de uma prata na mesma prova e um ouro no no trampolim sincronizado 3m, ambas ganhas em Londres 2012.