Confira o que rolou de melhor no 13º dia dos Jogos Rio 2016
Dia foi bastante produtivo para o Brasil, que subiu três vezes no pódio. Também teve medalhas em família no triatlo e Bolt na pista
Dia foi bastante produtivo para o Brasil, que subiu três vezes no pódio. Também teve medalhas em família no triatlo e Bolt na pista
Martine e Kahena na eletrizante regata que rendeu ouro ao Brasil (Foto: Getty Images/Clive Mason)
O esporte brasileiro teve um dia e tanto. Logo de manhã, Isaquias Queiroz fez uma brilhante prova de recuperação e ganhou o bronze na canoagem velocidade, categoria C1 200m. À tarde, Martine Grael e Kahena Kunze venceram uma regata eletrizante e ganharam ouro na vela, classe 49er TX. À noite foi a vez de Alison e Bruno Schmidt chegarem ao topo do pódio no vôlei de praia. Assim, o Brasil soma cinco ouros nos Jogos Rio 2016 e iguala sua melhor campanha Olímpica, a de Atenas 2004.
Isaquias exibe sua segunda medalha Olímpica no Rio 2016 (Foto: Getty Images/Mike Ehrmann)
Medalhista de prata na categoria C1 1000m, Isaquias voltou ao pódio na C1 200m. Assim, juntou-se ao seleto grupo de brasileiros com duas medalha em uma mesma edição dos Jogos, que já tem os nadadores Cesar Cielo (Pequim 2008) e Gustavo Borges (Atlanta 1996) e os atiradores Guilherme Paraense e Afrânio da Costa (ambos em Antuérpia 1920).
O quarto ouro do Brasil nos Jogos foi pra lá de emocionante na vela. Na regata final da classe 49er TX, Martine Grael e Kahena Kunze conseguiram uma vantagem de apenas dois segundos sobre as neozelandesas Alex Maloney e Molly Meechs.
Alison festeja vitória que deu mais um ouro ao Brasil (Foto: Getty Images/Rob Carr)
O dia, que começou com medalha, terminou da mesma forma. O ouro veio na areia de Copacabana, emblemática para o volei de praia, novamente campeão Olímpico. Alison e Bruno Schmidt recuperaram a medalha que o esporte brasileiro não vencia desde Atenas 2004, quando Ricardo e Emanuel foram os campeões.
Não teve recorde. Não teve prova abaixo dos 19s. Mas teve ouro, e isso basta. Usain Bolt conquistou a oitava medalha dourada da carreira, a segunda no Rio 2016, ao vencer a prova dos 200m. A missão final do jamaicano está marcada para as 22h35 de sexta-feira, quando ele deve correr o revezamento 4x100m com a equipe da Jamaica. Será que os oito vão se transformar em nove?
Não que seja novidade. Os irmãos Alistair e Jonathan Brownlee já haviam subido juntos no pódio em Londres 2012, quando conquistaram, respectivamente, ouro e bronze. No Rio 2016, Jonathan chegou mais bem preparado e subiu um degrau. Medalhista de prata, planeja superar o irmão bicampeão em Tóquio 2020: “Ele estará mais velho, mais lento e grisalho”, justificou.
Argentinos comemoram o ouro inédito no hóquei sobre grama (Foto: Getty Images/Clive Brunskill)
Não deu para as Leonas, eliminadas pelas eternas algozes dos Países Baixos nas quartas de final. Mas o time masculino do hóquei sobre grama da Argentina compensou a decepção com uma inédita medalha de ouro na modalidade. A conquista mantém a tradição do país no esporte, só que nos últimos quatro Jogos quem chegou ao pódio foram as meninas: prata em Sydney 2000 e Londres 2012, bronze em Atenas 2004 e Pequim 2008. Agora, o ouro com os homens. Enfim...