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Um mundo novo

Condução da tocha Olímpica une Nações Unidas, Rio 2016 e Comitê Olímpico Internacional

Por Evandreia Buosi

Ban Ki-moon, Carlos Nuzman e Thomas Bach levaram símbolo que representa paz e valores promovidos pelos Jogos Olímpicos

Condução da tocha Olímpica une Nações Unidas, Rio 2016 e Comitê Olímpico Internacional

Rio 2016/Evandreia Buosi

Símbolo da paz e da união entre os povos, a chama Olímpica foi conduzida nesta sexta-feira (5), último dia do revezamento da tocha antes da abertura da 31ª edição dos Jogos Olímpicos, pelo secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, e o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Rio 2016, Carlos Nuzman.  O fogo sagrado encerra no Rio de Janeiro seus 95 dias de revezamento, após percorrer 26 mil quilômetros pelas cinco regiões do Brasil. Um percurso que levou o espírito Olímpico a 325 cidades de 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal, e superou todas as expectativas dos organizadores.

Nuzman passou a chama para o presidente do COI em Ipanema (Foto: Rio2016/Andre Luiz Mello)

“A tocha Olímpica foi o maior evento da história do Brasil. Nada foi parecido. Ela uniu o país. Ninguém uniu o país, só a tocha Olímpica. Então, a vibração o amor, os milhões e milhões de pessoas de todo o país, chuva, sol, lugares difíceis, descalços, calçados, com casaco ou sem casaco, mas acima de tudo, brasileiros que deram a demonstração de que estão juntos com os Jogos Olímpicos. Esta era a nossa ideia, nosso desejo, e superou. E é a melhor mensagem que a tocha Olímpica deixa para o Brasil. Tenham como um exemplo a tocha Olímpica para ver como unir um país”, destaca o presidente do Comitê Rio 2016.

Thomas Bach recebeu a chama de Nuzman, e ressaltou a simbologia da tocha, que anteriormente foi conduzida por Raissa de Lima e Thaiza da Silva, duas jovens atendidas por programas sociais que unem esporte e cidadania.

“É sempre muito emocionante segurar a tocha, ver a chama, tudo junto, correndo com o secretário geral da ONU e duas meninas que representam apoio a projetos sociais. Isso tem um significado muito especial. Tenho certeza de que os Jogos Olímpicos vão ser à ‘la Brasil’”, torce o presidente do COI, que acendeu a tocha de Ki-moon.

Foto: Rio2016/Andre Luiz Mello