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Um mundo novo

Como nos tempos de jogador, Ricardinho leva sua emoção à condução da tocha Olímpica

Por Elis Bartonelli

Ex-levantador da seleção brasileira de voleibol, medalhista Olímpico de ouro e prata, conduziu símbolo dos Jogos pelas ruas de Maringá

Como nos tempos de jogador, Ricardinho leva sua emoção à condução da tocha Olímpica

Medalhista reviveu emoção das partidas de seu esporte e comemorou de seu jeito vibrante (Rio2016/Andre Mourão)

Levantador e ex-atleta da seleção brasileira de voleibol, Ricardo Garcia, o Ricardinho, nasceu em São Paulo (SP) há 40 anos, mas tem um pé em Maringá (PR). Nesta quarta-feira (29), ele participou do revezamento da tocha Olímpica Rio 2016 no lugar que o acolheu e onde ele formou sua família. Ele levou o símbolo dos Jogos Olímpicos bem ao seu estilo, cheio de empolgação e emoção, como era na época das quadras.

"Meu Deus, não esperava que fosse isso, uma loucura. Eu me emociono demais, sou um cara um pouco chorão mesmo", declarou o ex-atleta que há 20 anos, mesmo entre idas e vindas no Brasil, chama de casa a cidade paranaense.

“É mais uma marca na minha carreira. Todo mundo me considera maringaense e eu também me sinto assim. Minhas filhas nasceram aqui, tenho um carinho muito grande pela cidade”, conta ele.

Ricardinho é um dos grandes nomes quando o assunto é seleção brasileira de voleibol. Foram seis títulos da Liga Mundial (2001, 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007), duas medalhas de ouro no Campeonato Mundial (2002 e 2006), além do ouro nos Jogos Olímpicos Atenas 2004 e a prata em Londres 2012.

Ex-levantador conduziu chama em cidade que escolheu para viver (Rio2016/Andre Mourão)

Em 2007, a dois dias do início dos Jogos Pan-Americanos 2007, Ricardinho foi cortado da equipe pelo técnico Bernardinho. O momento conturbado, segundo ele, foi resultado de um desgaste natural da equipe.

“Vínhamos em um período de muitas conquistas. Quando você conquista títulos, não são só maravilhas. Tem uma pressão muito grande e essa tensão entre nós foi criada mesmo sem termos ideia disso. O mais importante foi a minha conversa com os jogadores e com o Bernardo e eu ter podido voltar novamente. Não finalizei com mais um ouro, mas terminei muito bem na seleção”, destaca, lembrando da medalha de prata em Londres 2012.

Para 2016, o ex-levantador é pura confiança em mais uma medalha de ouro para o Brasil.

“O fundamental é a tranquilidade e a certeza do jogo. Poucas vezes eu vi a seleção iniciar um período pré-olímpico nesse nível de jogo, ritmo forte e concentração como agora. O time está com o pé no chão. O pódio é certeza para o Brasil, tanto no masculino quanto no feminino. Temos total condição de ouro”, aposta.

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