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Um mundo novo

Ginastas do Brasil ganham seis ouros na Copa do Mundo e mostram sintonia com a torcida

Por Rio 2016

De olho nos Jogos Rio 2016, atletas se entendem bem com os fãs em São Paulo: "Isso eles também precisam treinar", diz supervisor de seleções

Ginastas do Brasil ganham seis ouros na Copa do Mundo e mostram sintonia com a torcida

Daniele Hypólito exibe uma de suas duas medalhas de ouro conquistas em São Paulo CBG/Ricardo Bufolin

Com Hino Nacional à capela cantando pelo público para Arthur Zanetti e Daniele Hypólito, no ginásio do Ibirapuera, terminou no domingo (22) a etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica Artística, com 42 atletas inscritos por oito países. No total, foram 13 medalhas dos brasileiros, com seis de ouro, quatro de prata e três de bronze. Nos ouros, além de dois de Daniele Hypolito (solo e trave), o país venceu com Arthur Zanetti (argolas), Diego Hypolito (solo), Arthur Nory (salto sobre a mesa) e Sérgio Sasaki (barra fixa). A ausência na competição foi Flavinha Saraiva, que foi poupada.

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Nas argolas, Zanetti repetiu a nota 15.800 que coloca o ginasta brasileiro na zona de medalhas dos Jogos Olímpicos Rio 2016. O campeão mundial e Olímpico se disse satisfeito com a prova, que ainda teve a prata do argentino Frederico Molinari (15.050) e o bronze do japonês Kaito Imabayashi (14.700).

Zanetti explicou que foi normal a nota maior (15.850) na classificatória de sexta-feira (20), com uma série mais simples: “Os árbitros mudam e na final são mais rigorosos. O importante, para o atleta, é manter a regularidade”, explicou o atleta.

Arthur Zanetti deu parabéns ao público por incentivar todos os atletas (Foto: Divulgação/Osvaldo F.)

O técnico Marcos Goto disse que “não abaixou o volume dos treinos” na semana antes da competição, “encaixada” no planejamento, e agora serão mais 70 dias para ajustes até os Jogos Olímpicos.

Aqui, todos os resultados masculinos

E aqui, todos os femininos

O público do Ibirapuera, sobretudo no momento do hino cantado para os medalhistas, mereceu elogios, da mesma forma que no evento-teste ocorrido no Rio de Janeiro, em abril. “É um incentivo enorme. Já tivemos o evento-teste e agora a Copa, e estou me adaptando bem à presença desse público enorme. E que está de parabéns”, disse Zanetti. "Não apoiou apenas os brasileiros, mas todos os competidores. Ficou em silêncio para cada atleta ter mais concentração, prestigiou nas quedas... Foi excelente.”

Dentro de dois ciclos Olímpicos

Segundo o supervisor de seleções da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Klayler Mourthé, esta etapa de Copa do Mundo é parte de um trabalho que vem de dois ciclos Olímpicos e que justamente tem por objetivo a sequência do crescimento da ginástica após o Rio 2016.

“Nossos atletas competem em meetings e Mundiais, o Brasil está com equipes entre as melhores do mundo, mas precisamos também deste treino com o público, porque é uma manifestação diferente, em casa. É um impacto diferente nos atletas e isso eles também precisam treinar”, disse Mourthé.

Flavinha: sucesso com fãs e carinho com o técnico Alexandre Cunha (Fotos: Divulgação/CBG)

Alguns dos atletas estrangeiros que vêm de lesão e se prepararam para os Jogos Olímpicos também estiveram no Ibirapuera, como a alemã Kim Bui, prata no solo e bronze nas paralelas assimétricas, e os também alemães Andreas Bretschneider (quarto no salto e no solo) e Lukas Dauser. O colombiano Jossimar Calvo, campeão no Pan Guadalajara 2011, foi ouro nas paralelas.