Aplicativos Rio 2016

Amplie sua experiência nos Jogos.

Download
Para quem vai a sua torcida?

Para quem vai a sua torcida?

Escolha seus atletas, times, esportes e países favoritos clicando nos botões ao lado dos nomes

Nota: As configurações de favoritos são gravadas em seu computador através de Cookies Se você deseja mantê-las, não limpe seu histórico de navegação

Por favor, ajuste suas preferências

Verifique se as suas preferências estão ajustadas. Você poderá modificá-las a qualquer momento

Expandir Conteúdo

Os calendários serão apresentados neste fuso horário

Expandir Conteúdo
Contraste
Cores originais Cores originais Alto contraste Alto contraste
Ver todos os recursos de Acessibilidade
Um mundo novo

Tocha Olímpica percorre cenário exuberante na Chapada Diamantina

Por Rio 2016

Serras, cavernas, cachoeiras e rios de águas cristalinas fizeram parte do caminho da chama em região no coração da Bahia

Tocha Olímpica percorre cenário exuberante na Chapada Diamantina

A paisagem exuberante da Chapada Diamantina com serras, cavernas, rios cristalinos, cachoeiras, rochas de origem vulcânica e lagoas foi cenário para o revezamento da tocha Olímpica na segunda-feira (23). Encravada no centro do estado da Bahia, a região é composta por 24 municípios, representados por alguns condutores nascidos nessas cidades.

O cenário da Chapada é bem conhecido de Anderson Almeida, 20 anos, atleta de montain bike, nasceu em Palmeiras e deu suas primeiras voltas de bicicleta pelas trilhas, principalmente do Vale do Capão. "Meu lugar preferido até hoje para treinar pela paisagem e os riachos do caminho. Recomendo para todo mundo,", disse o jovem que conduziu a tocha tendo como fundo o Morro do Pai Inácio, um dos cartões-postais mais conhecidos da região.

De tirolesa, a chama chegou ao lago da Pratinha com o condutor Wendel Pereira. O nome do lago formado por uma queda d'água é procurado por quem gosta de esportes de aventura como rapel e a tirolesa, por onde a tocha desceu com o condutor. Wendel, de 27 anos, morador da localidade da Pratinha, dento do município de Iraquara. "Hoje represento a Chapada, a Pratinha, a Bahia e o Brasil", declarou animado com a condução.

Tocha "tomou" um banho no Poço do Diabo, mas o condutor Wendel Pereira seguiu firme com a chama ( Rio2016/Andre Luiz Mello)

 

Quem desceu o paredão de 20 metros no Poço do Diabo em outra  tirolesa com a tocha em uma das mãos foi José Viana, ex-minerador, profissão muito comum na região. "Sou filho de minerador e fui minerador também. Antes essa era a unica atividade que existia na região. Hoje eu sou guia de turismo e exploro o meio ambiente de uma forma muito mais moderna e sustentável, permitindo que ele seja aproveitado por todo mundo por mais tempo," contou o condutor que também é um apaixonado por esportes de aventura.

Pratinha também é o nome de uma gruta por onde a tocha foi conduzida. Com águas azuis e transparentes que chegaram a refletir a imagem do condutor Raimundo Sólon. A lagoa se forma de águas que emergem de um rio subterrâneo de mais de 100 quilômetros de extensão.

Em tons de azul, água da Gruta da Pratinha impressiona pela transparência e até refletiram a chama e Ronaldo Sólon (Rio/2016)

A chama também passou pela caverna da Lapa Doce onde há o lustre, uma formação de estalactites que lembra um candelabro. O lugar recebeu a chama das mãos de Giovana Souza Lima, também moradora da região.  "Sabe aquelas 1001 coisas que todo mundo tem que fazer na vida? Conhecer a Chapada Diamantina é uma delas!", aconselhou a condutora.

Condutores fazem o beijo da chama Olímpica na caverna do Lustre (Rio 2016)