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Um mundo novo

Chama Olímpica passa pela ONU e deixa mensagem de inclusão e esperança

Por Valéria Maniero

'O mundo vai ver os refugiados como eles merecem: talentosos, fortes e inspiradores', diz Ban Ki-moon

Chama Olímpica passa pela ONU e deixa mensagem de inclusão e esperança

Thomas Bach, Ban Ki-moon e Carlos Nuzman (Foto: André Luiz Mello)

Símbolo da paz, a chama Olímpica chegou nesta sexta-feira (29) à sede europeia da Organização das Nações Unidas, em Genebra (Suíça), pelas mãos de uma brasileira de 13 anos. Durante a cerimônia, ONU, COI e Rio 2016 destacaram a importância da inclusão, do diálogo e da paz para a construção de um futuro melhor para todos. E que, com a criação de um time de refugiados sob a bandeira do Comitê Olímpico Internacional, os Jogos deixam uma mensagem de esperança.

"Trouxemos a chama Olímpica à ONU, pela primeira vez, para sermos parceiros na missão de mudar o mundo. Almejamos um futuro de paz, diálogo, inclusão e trégua"

Carlos Nuzman, presidente do Comitê Rio 2016

Chama Olímpica passa pela Organização das Nações Unidas (Foto: André Luiz Mello)

É por pensar nessa intenção de unir o mundo que, pela primeira vez na história dos Jogos, haverá um time de refugiados defendendo a bandeira do COI. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que quando criança precisou fugir da Guerra da Coreia, disse que vai torcer pelos expatriados com todo seu coração.

"O mundo vai ver os refugiados como eles merecem: talentosos, fortes e inspiradores. Vencendo ou perdendo, eles são campeões de espírito"

Ban Ki-moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas

Desde a Antiguidade, a intenção dos Jogos é de "construir pontes, nunca erguer muros", como afirmou o presidente do COI, Thomas Bach: "Queremos enviar uma mensagem de esperança para todos os refugiados no mundo de que eles não estão esquecidos."

"A chama Olímpica e os Jogos enviam a mensagem de que nossa humanidade é maior do que as forças que nos dividem. Em um mundo abalado por crises, isto é mais relevante do que nunca"

Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional

Os Jogos Rio 2016 serão espetaculares nas palavras do presidente do COI. Em poucas semanas, diz ele, "o povo brasileiro vai dar boas-vindas ao mundo e surpreender a todos com sua alegria de viver e sua paixão pelo esporte". Ele também parabenizou o Brasil pela preparação do evento.

Tenista brasileira Natália Mayara é aplaudida após seu discurso na ONU (Foto: André Luiz Mello)

Mensagem de inclusão

Um dos pontos altos da cerimônia na ONU foi o discurso da tenista brasileira paralímpica Natália Mayara. Exemplo na prática do que significa inclusão, ela falou sobre a importância do esporte na sua vida e sobre a igualdade, sendo muito aplaudida.

"Sou como qualquer outra pessoa. Nós não somos diferentes de ninguém"

Natália Mayara, tenista brasileira paralímpica

Faltando exatos 98 dias para a cerimônia de abertura no Rio, o presidente do Comitê Rio 2016 disse que o Brasil está pronto para receber o mundo. Ainda segundo ele, a principal missão dos Jogos, que são economicamente sustentáveis, é "entregar um legado tangível".

"O Rio 2016 está pronto para fazer História. Nós nos tornamos mais fortes quando encaramos um obstáculo. Ficamos mais obcecados com a perfeição sempre que percebemos que podemos fazer mais", afirmou Nuzman.

Estudante de Genebra conduz a chama

Foi Bruna Gabrielle, brasileira de 13 anos, que há 11 mora na Suíça com a família, que conduziu a chama até a ONU.  

 

 


"Quando falei para os meus amigos da escola que conduziria a chama, eles me deram apoio e me incentivaram", disse a estudante, fã de esporte.

A mãe da estudante, Jussara de Jesus Pitta da Conceição, de 42 anos, ficou com lágrimas nos olhos ao falar sobre a experiência que a filha tinha acabado de viver.

"Fiquei muito emocionada. É uma honra para mim ver a minha filha aqui representando o Brasil", disse a baiana.

Após visitar a sede europeia da ONU, a chama segue ainda nesta sexta (29) à tarde para o Museu Olímpico, em Lausanne, onde fica até 2 de maio. No dia seguinte, desembarca no Brasil, onde percorrerá mais de 300 cidades, levada por 12 mil condutores, até chegar ao Rio, no dia 5 de agosto, para a cerimônia de abertura dos Jogos Rio 2016, no Estádio do Maracanã.