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Um mundo novo

Campo Olímpico de Golfe é inaugurado e aprovado por atletas e dirigentes

Por Rio 2016

Jogadores brasileiros que testaram o palco da competição nos Jogos Rio 2016 se empolgam com a nova instalação na Barra da Tijuca

Campo Olímpico de Golfe é inaugurado e aprovado por atletas e dirigentes

Nove jogadores brasileiros inauguraram e aprovaram o Campo Olímpico de Golfe na Barra da Tijuca (Rio 2016/Alex Ferro)

Elogiado pela Federação Internacional de Golfe (IGF) e pelos atletas brasileiros que o inauguraram nesta terça-feira (8), o Campo Olímpico de Golfe saiu do evento-teste para os Jogos Olímpicos Rio 2016 mais do que aprovado. Nem o forte calor carioca que desgastou atletas e profissionais envolvidos com o Desafio Aquece Rio de Golfe foi capaz de diminuir o entusiasmo geral. "Este campo vai deixar um legado extraordinário para o esporte brasileiro", disse Carlos Nuzman, presidente do Comitê Organizador Rio 2016.

"Algumas coisas vão ser trabalhadas ainda para que tenhamos Jogos fantásticos em agosto, mas o nível que pretendíamos atingir aqui foi alcançado", observou o diretor executivo da IGF, Antony Scanlon. "O que faltam são detalhes que diferenciarão Jogos bons de Jogos ótimos."

“Foi um grande evento-teste. E os atletas brasileiros jogaram um ótimo golfe”

Antony Scanlon, diretor executivo da Federação Internacional de Golfe (IGF)

 

Acostumado a disputar o PGA Tour (Associação dos Golfistas Profissionais, principal circuito do esporte), o brasileiro Alexandre Rocha diz que a instalação carioca nada fica a dever aos principais campos internacionais. O atleta ficou particularmente feliz por ser o primeiro a dar uma tacada no local. “Eu nunca tinha tido a oportunidade de inaugurar um campo. É algo que ninguém pode me tirar, uma recordação muito bacana que vou levar comigo”, vibrou.

“Antes tínhamos campos antigos aqui no Brasil. Este é um campo de golfe moderno”

Alexandre Rocha, golfista brasileiro melhor colocado no ranking mundial

 

“Minhas expectativas foram superadas. O campo está maravilhoso”, disse a jogadora brasileira Victoria Lovelady, que enxergou também as vantagens econômicas trazidas pela instalação. “Com certeza vai atrair o turismo golfístico, de pessoas que viajam para conhecer bons lugares para passear e praticar golfe."

“Eu completei os 18 buracos agora e, se pudesse, percorreria o campo de novo para fazer mais 18”

Victoria Lovelady, golfista brasileira

 

As áreas arenosas fazem parte do circuito do Campo Olímpico, projetado pelo arquiteto americano Gil Hanse

 

Mulher em primeiro

Mesmo sendo um evento de exibição, houve um vencedor: ou melhor, uma vencedora, a golfista Miriam Nagl, brasileira melhor colocada no ranking mundial. Ela chegou à frente de Alexandre Rocha e Rodrigo Lee, e demonstrou empolgação com o campo: “As condições estão perfeitas, os greens (áreas próximas aos buracos) estão perfeitos". Atualmente  na zona de classificação para os Jogos Olímpicos, Miriam espera voltar em agosto para fazer história e depois relembrar com a filha Laura, que nasceu em janeiro.

“Poder contar para minha filha sobre isso (Jogos Olímpicos) é motivação extra”

Miriam Nagl, na expectativa de garantir uma vaga para o Brasil e participar do Rio 2016

 

Oferta de água e área de circulação serão aprimorados

“A gente conversou o evento todo com a Federação Internacional. Cumprimos nosso objetivo com nossos parceiros: testar uma competição de golfe, com resultados e cronometragem”, avaliou o diretor de Instalações do Rio 2016, Gustavo Nascimento. Para Claudia Guedes, gerente de competição do golfe do Rio 2016, "as coisas funcionaram superbem", mas há trabalho pela frente. Um dos detalhes a ser aprimorados é a oferta de água. “Este lugar pode ficar muito quente”, constatou Claudia. Outra questão é a da circulação do público pela área de competição. “Fizemos toda a marcação para entender o fluxo dos espectadores. Foi bom porque percebemos vários probleminhas em áreas de travessia. Esses pequenos ajustes também serão feitos", contou. 

 

Carlos Nuzman, presidente do Rio 2016, George Hilton, ministro do Esporte, Peter Dawson, presidente do IGF, e Paulo Pacheco, presidente da Confederação Brasileira de Golfe: dia histórico

 

Impacto ambiental minimizado

Com a presença do ministro do Esporte, George Hilton, e de Ricardo Leyser, secretário nacional de Esportes de Alto Rendimento, o evento-teste foi marcado por uma ação de sustentabilidade. Antes da entrada dos atletas, os jornalistas presentes no Campo Olímpico de Golfe receberam instruções para impactar minimamente a biodiversidade do local, com orientações sobre como se comportar diante da presença de jacarés, capivaras, corujas e outras espécies que circulam pelo local. O Desafio Aquece Rio de Golfe, no entanto, não teve presença significativa de animais de grande porte na arena de competição. “O meio ambiente é muito sensível e fomos bastante cuidadosos com ele”, disse o criador do campo, o arquiteto americano Gil Hanse.

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