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Um mundo novo

Torcida pediu e o destino atendeu: Brasil enfrenta a Alemanha sonhando com uma revanche do 7 a 1

Por Saulo Pereira Guimarães

Após goleada na semifinal da Copa do Mundo de 2014, anfitriões querem dar o troco em europeus e faturar ouro inédito na final do futebol do Rio 2016

Torcida pediu e o destino atendeu: Brasil enfrenta a Alemanha sonhando com uma revanche do 7 a 1

Neymar vai entrar em campo com o objetivo de conquistar o ouro e apagar a má lembrança (Getty Images/Celso Junior)

"Ô Alemanha, pode esperar, a sua hora vai chegar", gritava a torcida brasileira aos 30 minutos da goleada sobre Honduras, na última quarta (17), na semifinal do futebol Olímpico. No fim, o Brasil ganhou de Honduras, a Alemanha bateu a Nigéria e os dois vencedores têm um encontro marcado neste sábado (20), às 17h30, no Maracanã. Para os anfitriões, a partida decisiva tem gostinho de revanche.

“A gente tem que dar o troco do 7 a 1”, afirmou o carioca Orlando Folhes durante jogo da última quarta. Sua opinião parecia ser unanimidade no Maracanã lotado. “Foi um jogo atípico. Normalmente, jogamos muito mais do que eles”, opinou o amapaense Onilson Barbosa sobre a partida realizada dois anos atrás. “Temos que vencer os alemães para sanar o problema, para virar essa página”, resumiu o matogrossense Ademilson Nascimento. 

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Seleção Olímpica joga pelo ouro e para apagar o passado (Foto: Getty Images/Quinn Rooney)

Potência máxima

Cabe a Rogério Micale a responsabilidade de comandar a seleção rumo à vitória inédita. Em entrevista coletiva após o jogo contra Honduras, ele deu algumas pistas de como o Brasil deve entrar em campo neste sábado. “A gente não muda muito em relação ao adversário. A ideia de jogo é sempre a mesma, com pequenas adaptações”, disse Micale.

Sendo assim, podemos esperar um time ofensivo e bastante dedicado em campo. “A Alemanha tem um conjunto muito forte, um time que joga junto já há alguns anos e que tem um jogo quase automatizado”, analisou Micale. “Mas vamos dar o nosso máximo, fazer o que estiver ao nosso alcance pelo ouro.”

Entre os jogadores, o pensamento era parecido após a partida da última quarta. “Cada jogo tem sua história. Não podemos falar em revanche. Temos de pensar na medalha e entrar com o mesmo espírito de hoje”, afirmou o meia Renato Augusto. 

“Nosso objetivo é o ouro, independentemente do adversário. É claro que terá um clima diferente se for a Alemanha. Mas nós temos de ter a cabeça no lugar e não entrar nesta pressão”, disse o goleiro Weverton. “Várias gerações chegaram perto de conquistar o ouro e nós teremos essa oportunidade. Isso é o que importa”, acrescentou ele.

Alemanha venceu a Nigéria por 2 a 0 na semifinal (Foto: Getty Images/Alexandre Schneider)

Ressaca

“Temos que ganhar dos alemães para curar a ressaca do 7 a 1”, disse o carioca Leandro Coser no jogo da última quarta. Ressaca talvez seja o termo mais preciso para definir o estado de espírito do torcedor brasileiro desde aquele 8 de julho de 2014. Às 17h daquele dia, a seleção entrou em campo para enfrentar a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo de 2014. 

Aos 11 minutos, Thomas Müller abriu o placar. O segundo gol veio aos 23, com Miroslav Klose. Menos de cinco minutos depois, Toni Kroos já havia feito mais dois. Quando o jogo terminou, perto das 19h, o Brasil tinha levado a maior goleada de sua história. Agora, o desafio do time Olímpico é apagar essa triste lembrança, conquistando o ouro inédito no futebol para o país.

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