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Um mundo novo

"Baixinha" de 1,80m, Gabi enfrenta muralhas no bloqueio com técnica, impulsão e valentia

Por Denise Mirás Atualizado em 05/08/2016 — 14H02

Aos 22 anos, a mineira também é a caçula da seleção de voleibol, que estreia contra Camarões neste sábado, no Maracanãzinho

"Baixinha" de 1,80m, Gabi enfrenta muralhas no bloqueio com técnica, impulsão e valentia

Ponteira tem tanta velocidade que seu tempo de bola é o mesmo das jogadoras mais altas no ataque (Foto: CBV/ Divulgação)

Gabriela Guimarães, a Gabi é uma “baixinha”. Com 1,80m de altura, é essa a impressão de fica se pensarmos nas atacantes russas, com média de 1,94m. Mas a caçula da seleção brasileira de voleibol – única nascida na década de 1990, hoje com 22 anos – compensa a diferença com técnica, impulsão, visão de jogo e, principalmente, valentia. É com muita tranquilidade que se diz preparada para os Jogos Olímpicos, que para as brasileiras começam no sábado (6), às 15h, na estreia contra Camarões, no Maracanãzinho.

“Eu não tenho medo, não”, diz a mineira de Belo Horizonte, que está sempre sorrindo, sobre as muralhas que enfrenta em quadra. “Quanto mais mãos eu tiver na minha frente, mais tenho campo para trabalhar, para explorar o bloqueio.”

O técnico José Roberto, que no sobrenome é Guimarães como Gabi, tem total confiança na “baixinha”. Que, aliás, é mais alta que ele.

“A Gabi tem uma impulsão e uma velocidade incríveis. Além de visão de quadra, somada à facilidade que tem de trabalhar com o punho, para as jogadas de ataque. Com isso, ela dá volume de jogo ao grupo”, destacou o treinador.

Gabi: impulsão compensa a diferebça de altura (Fotos: Rio 2016/Denise Mirás)

Pela ficha técnica do Comitê Olímpico Internacional (COI), a brasileira é ainda mais baixa – consta como 1,76m. Mas Zé Roberto diz que, para Gabi, a altura não importa. Ela está acostumada a enfrentar os paredões dos bloqueios desde que começou a jogar. “Além disso, é valente, tem personalidade. Está sempre pronta para o jogo”, afirma o treinador sobre a ponteira.

A levantadora Dani Lins explica que, mesmo sendo mais baixa que as outras atacantes, o tempo de bola para ela é praticamente o mesmo das mais altas, pela velocidade com que consegue chegar à bola.

A tabela é boa para a seleção brasileira, uma vez que a força dos adversários aumenta a cada jogo. Após a estreia, a equipe enfrenta Argentina (segunda-feira, 8), República da Coreia (quarta, 10), Japão (sexta, 12) e Rússia (domingo, 14).