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Um mundo novo

Atletismo tem dia com queda, recuperação e passagem do bastão entre irmãos

Por Rio 2016

Britânico Mo Farah se reergue após cair e é bi Olímpico nos 10.000m. Christoph Harting ganha medalha que foi de seu irmão em Londres 2012

Atletismo tem dia com queda, recuperação e passagem do bastão entre irmãos

Paul Kipngetich Tanui (esq.) e Mohamed Farah com suas medalhas: disputa até o fim (Foto: Getty Images/Buda Mendes)

O segundo dia de provas do atletismo nos Jogos Rio 2016 teve a distribuição de cinco medalhas de ouro, neste sábado (13), no estádio Olímpico (Engenhão). E o primeiro grande astro já subiu ao pódio: o britânico Mo Farah, bicampeão Olímpico dos 10.000m.

A vitória de Farah teve contornos de dramaticidade, pois no meio da prova ele tropeçou e caiu. Porém, conseguiu se recuperar e manteve-se no pelotão de frente. Na reta final, o britânico deu um sprint e deixou o queniano Paul Tanui para trás. Tamirat Tola, da Etiópia, ficou com o bronze.

"Quando eu caí, pensei: 'Meu Deus, já era'. Eu levantei e queria apenas continuar na disputa, continuar forte. Não é fácil, mas todos sabem do que eu sou capaz", disse Farah. "Pensei em todo o trabalho duro que eu tive, que tudo poderia ir embora em um minuto. Mas eu não deixaria isso acontecer. Eu levantei rápido e pensei na minha família. Isso me deixou emocionado".

Ouro entre irmãos

A primeira medalha do dia, ainda pela manhã, foi no lançamento do disco, que consagrou o alemão Christoph Harting. Ele venceu com a marca de 68,37m, obtida em seu último lançamento. Deixou em segundo o polonês Piotr Malachowski, que fez 67,55m. O bronze ficou com o também alemão Daniel Jasinski, com 67,05m.

A curiosidade no lançamento de disco é que o novo campeão Olímpico é irmão de Robert Harting, que foi medalhista de ouro em Londres 2012 e caiu na fase classificatória no Rio de Janeiro.

Cristoph Harting no lançamento do disco: ouro como o irmão mais velho (Foto: getty Images/Ian MacNicol)

Mais três ouros

No salto em distância, o ouro ficou com o americano Jeff Henderson, que saltou 8,38m. Ele venceu a disputa com Luvo Manyonga, da África do Sul, que ganhou a prata com a marca de 8,37. O bronze foi para o até então campeão Olímpico Greg Rutherford, da Grã-Bretanha. Ele saltou 8,29m, dois centímetros abaixo da marca que atingiu em Londres 2012.

A Jamaica, atualmente o país dos velocistas, confirmou a fama na disputa dos 100m rasos femininos. Elaine Thompson anotou 10,71s e ficou com a medalha de ouro, enquanto sua compatriota Shelly-Ann Fraser-Pryce levou o bronze, com 10,86s. A prata foi para a americana Tori Bowie, com 10,83s.

No heptatlo, o ouro ficou com a belga Nafissatou Thiam, que anotou 6810 pontos. A prata é de Jessica Ennis-Hill, da Grã-Bretanha, com 6775, e o bronze vai para Brianne Theisen Eaton, do Canadá, com 6653.