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Um mundo novo

Atletas dos EUA e Grã-Bretanha e amadores brasileiros trocam experiências em clínica de triatlo

Por Rio 2016

Intercâmbio de conhecimento foi o forte na ação de engajamento promovida na Praia de Copacabana

Atletas dos EUA e Grã-Bretanha e amadores brasileiros trocam experiências em clínica de triatlo

A descontração marcou a conversa entre atletas amadores e profissionais em Copacabana (Daniel Ramalho/Rio 2016)

O evento Aquece Rio de triatlo não acabou com a premiação dos vencedores da competição e a comemoração dos classificados para os Jogos Rio 2016. Nesta segunda-feira (3), vários atletas da equipe Olímpica dos Estados Unidos e da Paralímpica da Grã-Bretanha estiveram com atletas amadores brasileiros para uma clínica na Praia de Copacabana. Por cerca de meia hora o grupo compartilhou conhecimento e falou de suas impressões sobre o que será a arena de competições no ano que vem. Depois, um grupo foi para a água nadar.

“Foi uma felicidade só de compartilhar experiências com os melhores triatletas do mundo, que estão disputando vagas ou já são atletas Olímpicos. É um presente”, disse Luiz Lima, hoje treinador e que foi representante da natação do Brasil nos Jogos Atlanta 1996 e Sydney 2000. “Achei uma belíssima iniciativa trazer os atletas de elite para conversar conosco. Isso aproxima o evento dos (moradores) locais”, elogiou o médico Feliciano Azevedo, praticante de triatlo.  “Vai estimular o povo a ir para a rua durante os Jogos”, apostou a autônoma Vanda Macedo, que treina regularmente o esporte.

Na conversa entre atletas e amadores o intercâmbio foi grande. Os brasileiros queriam obter informações sobre como os atletas treinam e o que eles acharam de Copacabana. Os profissionais queriam saber como é para os brasileiros nadar em um local sujeito a constantes mudanças de volume de ondas e de correntes. “Para mim ficou claro que preciso treinar como passar por cima das ondas e também como entrar e sair da água (na faixa de areia)”, concluiu a triatleta norte-americana Erin Jones sobre sua experiência no Rio. “É bom ter um ponto de referência porque a gente nem sempre consegue ver as boias (de sinalização) por causa das ondas”, apontou a também norte-americana Chelsea Burns. “Também é importante entender as forças envolvidas, em especial para onde as correntes te empurram”, complementou o britânico Joseph Townsend.

Os triatletas amadores brasileiros ficaram empolgados com a experiência de poder alongar e nadar ao lado de profissionais dos Estados Unidos, como Kevin Mcdowell. Para muitos, experiências como a clínica tornam a vontade de acompanhar os eventos do Rio 2016 de perto ainda mais atraentes. “A ideia de organizar o encontro com os triatletas Olímpicos e Paralímpicos surgiu como uma forma de agradecermos a cidade pelo ‘empréstimo’ dos seus espaços para o Aquece Rio", disse Mariana Behr, gerente geral de engajamento dos Jogos.