Atleta do Sudão do Sul será a porta-bandeira do Time Olímpico de Refugiados
Rose Lokonyen, que vive como refugiada no Quênia, carregará a bandeira do Comitê Olímpico Internacional (COI) na cerimônia de abertura
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Rose Lokonyen, que vive como refugiada no Quênia, carregará a bandeira do Comitê Olímpico Internacional (COI) na cerimônia de abertura
(Foto: UNHCR/Benjamin Loyseau)
O Time Olímpico de Refugiados (TOR) definiu o atleta que carregará a bandeira do Comitê Olímpico Internacional (COI) na cerimônia de abertura dos Jogos Rio 2016, nesta sexta-feira (5), no Maracanã. A escolhida é Rose Lokonyen, de 23 anos, que compete nos 800m no atletismo. Ela nasceu no Sudão do Sul e que vive como refugiada no campo de Kakuma, no Quênia, desde 2002.
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Rose será a líder do time composto ainda por Yusra Mardini e Rami Anis (Síria, natação), Yiech Pur Biel, James Nyang, Anjaline Nada e Paulo Lokoro (Sudão do Sul, atletismo), Yonas Kinde (Etiópia, maratona), Yolanda Bukasa e Popole Misenga (Congo, judô). O COI confirmou que todos os 10 atletas estarão presentes na Cerimônia de Abertura dos Jogos.
O TOR tem atraído muitas atenções nestes Jogos. Também nesta sexta-feira, os atletas receberam a visita do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon. Na noite de quarta-feira (3), a cerimônia de boas-vindas, na Vila Olímpica, reuniu jornalistas e atletas, bem como o presidente do COI, Thomas Bach, que resumiu o encontro: “Este é um ótimo ensaio para a cerimônia de abertura”.
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