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Um mundo novo

Aos 23 anos, brasileiro Felipe Wu salta para o topo do ranking mundial da pistola de ar

Por Rio 2016

Com ouro inédito em Copa do Mundo, jovem será atração no evento-teste do tiro esportivo, a partir de 15 de abril em Deodoro

Aos 23 anos, brasileiro Felipe Wu salta para o topo do ranking mundial da pistola de ar

Aos 23 anos, o brasileiro Felipe Wu está no topo do ranking mundial de pistola de ar (ISSF/Divulgação)

Em apenas um ano, Felipe Wu passou da 56ª posição do ranking mundial de pistola de ar para o topo. O paulistano de 23 anos admite que foi um pulo e tanto, raro de se ver no tiro esportivo. Ainda assim, encara a façanha com modésta e faz questão de minimizar expectativas em relação a seu desempenho daqui a quatro meses, nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Mais do que a comemoração pela medalha de ouro na Copa do Mundo do Bangkok, na Tailândia, no início de março, inédita no esporte brasileiro – e que lhe valeu, agora em abril, a posição de #1 do mundo –, Felipe está feliz com a forma com que os pontos foram obtidos (o ouro veio com 582 pontos dos 600 possíveis) e com a regularidade alcançada neste ano.

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Depois de Bangkok, Felipe também foi ouro no Torneio Internacional de Dortmund, na Alemanha (que não vale pontos para o ranking), fazendo dobradinha com Júlio de Almeida. “Uma sequência assim é muito importante para a gente. Mostra que a direção está certa”, comenta, determinado a não transparecer empolgação.

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Concentração inabalável

Felipe Wu conta com uma grande arma, que não é a pistola de ar (com alvo a 10m) nem a pistola livre (a 50m): a tranquilidade. Depois que a Federação Internacional de Tiro Esportivo (ISSF, na sigla em inglês) liberou o barulho durante as competições, a partir de 2015, a guerra de torcidas pode atingir altos decibéis - nada, porém, que chegue a atrapalhar o atleta.

“A pressão individual já é grande o suficiente, é preciso se controlar. O tiro esportivo é muito mais cabeça do que outra coisa”

 

Nesta semana, Felipe tem treinado com a seleção brasileira na Escola Naval, no Rio de Janeiro, sob o comando do técnico colombiano Bernardo Tobar. São cerca de cinco horas e mais de 200 tiros por dia (fora a parte física), em preparação para a etapa carioca da Copa do Mundo da Federação Internacional de Tiro Esportivo (ISSF, na sigla em inglês), entre os dias 15 e 24 deste mês, no Centro Olímpico de Tiro, em Deodoro. A competição, que faz parte da série de eventos-teste do Comitê Rio 2016, valerá para os atletas conhecerem as instalações onde serão os Jogos Olímpicos Rio 2016, que foram reformadas, e também seus grandes adversários.

“No evento-teste estarão praticamente todos que virão para os Jogos. Vamos avaliar como estamos em relação a eles”

 

Namoro entre tiros

A etapa carioca da Copa do Mundo soma pontos para o ranking mundial nas diversas modalidades. Antes dos Jogos, estão previstas mais duas etapas: de pistola de ar, em Munique, na Alemanha, de 19 a 26 de maio, e de pistola livre, em San Marino, de 1º a 11 de junho.

Promessa desde que conquistou o ouro nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Cingapura, em 2010, Felipe já dedicou 11 de seus 23 anos ao tiro esportivo. Animado pelos treinos dos pais, Paulo e Elza. treinava, ainda menino, no estande construído na garagem de casa, no Itaim Bibi, em São Paulo. Hoje, na dura rotina com a seleção na Escola Naval, ele conta com o apoio da namorada Rosane Budag, atleta especialista em carabina. “Um incentiva o outro. A gente sabe do sofrimento...”, brinca.

 

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