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Um mundo novo

Em busca do terceiro ouro, seleção feminina de voleibol calcula até quanta água cada atleta deve beber

Por Denise Mirás

Análises de suor e urina determinam as perdas de carboidratos e sais minerais e ajudam no trabalho de preparação para os Jogos Rio 2016

Em busca do terceiro ouro, seleção feminina de voleibol calcula até quanta água cada atleta deve beber

A levantadora Dani Lins é uma das atletas da seleção de voleibol que mais se desidrata em treinos e jogos puxados (Foto: CBV/Marcelo Régua)

Cada detalhe vale muito na preparação para os Jogos Olímpicos. Mais ainda quando está em disputa uma terceira medalha de ouro em três edições. É o caso da seleção feminina de voleibol do técnico José Roberto Guimarães, ouro em Pequim 2008 e Londres 2012. Com a tecnologia a seu favor, a comissão técnica desenvolve para o Rio 2016 um trabalho de análise de suor e urina que ajuda a determinar as doses de carboidrato e sais minerais que cada uma deve ingerir - e até o quanto de água cada uma precisa beber.

Especialista em sono ajuda a manter ligados os atletas que competem tarde da noite

O Grand Prix, que até domingo teve uma etapa no Rio de Janeiro, terminou com três vitórias brasileiras diante de Itália, Japão e Sérvia. Ainda no domingo (12), a equipe viajou para outra fase do torneio em Macau, na China, de onde segue para Istambul, na Turquia, e Bangkok, na Tailândia. Com a troca de fusos horários, o cansaço físico da viagem e a mudança de alimentação, o desgaste é tremendo. Na China, por exemplo, a diferença do fuso será de 12 horas em relação ao Brasil.

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Nessa maratona, quem trabalha duro é o preparador físico José Elias de Proença, na seleção desde 2003, apoiado por nutricionistas e médicos. Para manter a equipe 100%, de olho nos Jogos Olímpicos, ele monta uma “equação metabólica” individualizada para preservar a musculatura e garantir energia às jogadoras. Como atletas de alta performance têm muita massa magra (menos gordura, mais músculos), precisam de suplementos para evitar a fadiga e a perda de potência.

Zé Elias (esq.) está na seleção feminina desde 2003 (Foto: Rio 2016)

Gota a gota

Além das habituais análises de sangue, agora são feitos exames de suor e urina. De acordo com o que cada organismo perde durante treinos e jogos, determina-se uma quantidade precisa de carboidratos e sódio, por exemplo, a serem repostos. Essas doses são distribuídas em potes individuais para que as próprias jogadoras misturem, em garrafinhas personalizadas, o volume de água definido para cada uma. “A Dani Lins é uma que perdia muito, uns dois litros de água”, diz Zé Elias. “Há quem perca até 2% do peso corporal. Para uma atleta de 70kg, ficar com um quilo e meio a menos é muita coisa.”

Assim, em outra volta ao mundo antes dos Jogos Olímpicos, aproveitando o Grand Prix como preparação na busca por uma medalha no Rio 2016, a seleção feminina segue com malas a mais. E cheias de potinhos.