Além de Bolt: 14 motivos para acompanhar o atletismo nos Jogos Rio 2016
O retorno de 'Mobot', a equipe de refugiados e a grande esperança brasileira estão entre os destaques da competição, que começa nesta sexta-feira
O retorno de 'Mobot', a equipe de refugiados e a grande esperança brasileira estão entre os destaques da competição, que começa nesta sexta-feira
A cara de Mo Farah disse tudo quando ele cruzou a linha de chegada dos 5000m no mundial do ano passado (Foto: Getty Images/Andy Lyons)
A menina de ouro do atletismo americano disputa os quartos Jogos Olímpicos da carreira. Mas ela está com o coração partido por não poder defender o título dos 200m depois de falhar na concorrida seletiva dos Estados Unidos. A ganhadora de três medalhas de ouro em Londres 2012 concentra forças na prova dos 400m, na qual conseguiu o melhor tempo do ano, e ainda pode participar dos revezamentos 4x100m e 4x400m.
Durante a disputa do heptlato em Londres 2012, a holandesa cravou 22.83 nos 200m, tornando-se a terceira mulher mais rápida da história. Ela também tem o melhor tempo do ano nos 200m. E, como a atual campeã, Allyson Felix, não se classificou para a prova desta vez, ela tem toda condição de conseguir o ouro no Rio 2016, além de ser uma forte concorrente também nos 100m.
Atual campeão dos 5000m e dos 10000m, o britânico está confiante em outra vitória dupla no Rio de Janeiro. Desde que a famosa comemoração 'Mobot' virou um dos destaques dos Jogos Londres 2012, o atleta de 33 anos fos bicampeão mundial nas duas provas, em 2013 e 2015. Em junho deste ano, Mo Farah mostrou que está em forma, depois de quebrar o recorde britânico de David Moorcroft nos 3000m, que já durava 34 anos.
Esperança de ouro para os Estados Unidos, o recordista mundial do decatlo parece travar uma luta contra ele mesmo. Depois de se tornar a segunda pessoa na história a quebrar a barreira de 9.000 pontos em 2012, com 9039, ele bateu o seu próprio recorde, com 9045, no campeonato mundial de Pequim 2015.
(Foto: Getty Images/Andy Lyons)
A primeira equipe de refugiados entrará para a história Olímpica, com seis competidores no atletismo. São cinco corredores de pista sul-sudaneses e o maratonista etíope Yonas Kinde, que é considerado favorito a uma medalha.
(Foto: Getty Images/Paul Gilham)
Ali X Foreman, Borg X McEnroe, Senna X Prost... Todo mundo adora uma rivalidade no esporte! E esta é definitivamente uma das maiores no Rio 2016. O jamaicano Usain Bolt vai vencer os 100m, 200m e 4x100m novamente? Ou será que que o americano Justin Gatlin vai estragar a festa?
(Foto: Getty Images/Andy Lyons)
Com as anunciadas despedidas Olímpicas de Bolt e Gatlin depois do Rio 2016, Andre De Grasse, do Canadá, e Trayvon Bromell, dos Estados Unidos, são talvez os maiores candidatos a assumir os postos. Os corredores, ambos de 21 anos, terminaram empatados em terceiro lugar no campeonato mundial de 2015, atrás apenas de Bolt e Gatlin.
(Foto: Getty Images/Ian Walton)
A atual vice-campeã mundial do salto com vara é a principal esperança do Brasil no atletismo. Em Pequim 2008, quando teve a vara extraviada e competiu com equipamento emprestado, ela terminou em 10º lugar. Em Londres 2012, acabou fora da final. Diante da torcida, ela tem a grande chance de conquistar uma medalha Olímpica, aos 35 anos.
(Foto: Getty Images/Alexandre Schneider)
A estrela do heptatlo britânico, garota-propaganda de Londres 2012, ficou fora das competições por causa de uma lesão e do nascimento do filho Reggie, em julho de 2014. Ela também tem tido problemas em 2016, mas confia na boa temporada que fez em 2015, quando foi campeã mundial.
Depois de trocar as pistas de corrida pelas provas de rua, o queniano já é o maratonista mais importante do mundo. Ele ganhou seis das sete maratonas que disputou, incluindo um impressionante desempenho em Londres neste ano, quando terminou a apenas oito segundos do recorde mundial.
(Foto: Getty Images/Harry Hubbard)
Depois de ganhar o ouro no salto em altura no campeonato mundial indoor, em março, a americana de 18 anos Vashti Cunningham pode se tornar a mais jovem do país a ganhar uma medalha Olímpica em provas de campo ou pista, em 60 anos.
(Foto: Getty Images/Andy Lyons)
Apesar de todo mundo falar de Bolt e Gatlin, não dá para ignorar o jamaicano Blake, que é o segundo homem mais rápido do mundo, com um tempo de 9,69 segundos nos 100m. Blake, apelidado de "A Besta", foi atormentado com lesões nos últimos anos. Mas, em forma, certamente pode surpreender.
(Foto: Getty Images/Andy Lyons)
Também não podemos esquecer que as mulheres jamaicanas são rainhas na pista. Fraser-Pryce, bicampeã nos 100m em Pequim 2008 e Londres 2012, vai tentar o terceiro ouro. Pocket Rocket, como é conhecida, foi considerada a melhor velocista feminino do mundo, pela lenda olímpica Michael Johnson, graças às suas realizações e consistência.
As trigêmeas idênticas Luik, Leila, Lily Liina, da Estônia, competem juntas na maratona. As irmãs começaram a correr juntas há seis anos, não são favoritas ao pódio, mas farão história no Rio 2016.