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Um mundo novo

5 seleções que podem destronar os Estados Unidos no futebol feminino nos Jogos Rio 2016

Por Rio 2016

Alemanha, Canadá, França, Suécia e Brasil são algumas das principais candidatas a impedir o quinto ouro das norte-americanas

5 seleções que podem destronar os Estados Unidos no futebol feminino nos Jogos Rio 2016

A última grande derrota dos Estados Unidos foi na final da Copa do Mundo 2011, para o Japão, seleção que está fora dos Rio 2016 (Foto: Getty Images)

Como parar um time quatro vezes campeão Olímpico, três vezes campeão mundial e que conta com a melhor jogadora e a melhor técnica do mundo? Onze das 12 seleções femininas classificadas para o futebol nos Jogos Olímpicos Rio 2016 têm essa ingrata missão: vencer os Estados Unidos. Favorita, a equipe de Carli Lloyd, Alex Morgan e da técnica Jill Ellis tem a certeza de que é  a mais visada nos gramados brasileiros.

Ainda tem ingressos para o futebol nos Jogos Rio 2016

Rio 2016.com lista cinco seleções que podem acabar com a hegemonia dos Estados Unidos nos Jogos e impedir o quinto título Olímpico das americanas, derrotadas somente em uma edição: Sydney 2000, quando a Noruega venceu a final por 3 a 2. Confira:

1 - Alemanha: sedenta por revanche

A seleção bicampeã mundial em 2003 e 2007 nunca conquistou uma medalha de ouro Olímpica, mas tem suas armas para chegar ao primeiro título no Rio de Janeiro. O melhor ataque da última Copa do Mundo, liderado pela experiente Anja Mittag, promete balançar as redes adversárias e mostrar que o país pode ir além do bronze, conquistado em Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008.

Na Copa do Mundo 2015, no Canadá, a Alemanha enfrentou os Estados Unidos na semifinal e acabou derrotada por 2 a 0. A técnica Silvia Neid, que já anunciou aposentadoria para após os Jogos, diz que nem gosta de lembrar do confronto, marcado por polêmicas de arbitragem e por uma penalidade desperdiçada pela alemã Célia Šašić: "É claro que penso no que poderia ter acontecido se tívessemos convertido o pênalti", diz Neid. Cheiro de revanche no ar?

Célia Šašić, da Alemanha, perdeu pênalti na semifinal da Copa do Mundo 2015 (Foto: Getty Images/Elsa)

2 - O surpreendente Canadá

A seleção canadense surpreendeu em Londres 2012. Depois de oferecer muita resistência diante dos Estados Unidos na semifinal (perdida apenas na prorrogação por 4 a 3), venceu a disputa pelo bronze contra a favorita França. Nos Jogos Rio 2016, a expectativa é fazer ainda mais bonito, embora a equipe tenha mudado bastante: "Tivemos apenas nove meses de preparação antes de Londres. Agora tivemos quatro anos de trabalho e avançamos muito em variações táticas. Podemos nos adaptar conforme a partida for jogada", diz o técnico inglês John Herdman, que no último ciclo Olímpico pôde trazer novas jogadoras ao grupo, como Kadeisha Buchanan, que brilhou na Copa do Mundo 2015, em casa, e aos 20 anos já é uma das melhores zagueiras do mundo.

Kadeisha Buchanan (de vermelho) é uma das melhores zagueiros do mundo (Foto: Getty Images)

3 - A sonhadora França

A França foi resposável por uma das duas derrotas da seleção dos Estados Unidos em 2015 (a outra foi para a China), ao vencer por 2 a 0 um amistoso em Lorient. No que depender do técnico francês Philippe Bergeroo, a quarta colocada em Londres 2012 e na Copa do Mundo de 2011 voltará à Europa em agosto com uma medalha no peito: "Para mim, os Jogos têm mais prestígio do que a Copa do Mundo. Quando eu era criança, nunca sonhei com a Copa do Mundo ou a Eurocopa, mas com os Jogos" disse Bergerro, ex-goleiro da seleção francesa masculina.

 A França foi uma de duas seleções que venceram os EUA em 2015 (Foto: Getty Images/Gail Oskin)

4 - Suécia: uma pedra no sapato das americanas

A última seleção a se classificar para o torneio teve de encarar uma repescagem contra Suíça, Noruega e Holanda em busca de uma única vaga. Quarto lugar em Atenas 2004, a Suécia é uma das poucas equipes do mundo a ter histórico favorável nos últimos anos contra a seleção norte-americana: desde 2013 foram três partidas, com uma vitória e dois empates, incluindo o 0 a 0 na fase de grupos da Copa do Mundo 2015 (única partida que os EUA não venceram no torneio). O segredo talvez esteja na técnica: a sueca Pia Sundhage comandou o Estados Unidos em Pequim 2008 e Londres 2012. "As americanas são muito, muito fortes. São as grandes favoritas, mas não são imbatíveis. Não acredito que algum time seja", disse a técnica, que conhece muito bem a seleção rival.

A Suécia empatou em 0 a 0 com os Estados Unidos na Copa 2015 (Foto: Getty Images)

5 - Brasil: 200 milhões em ação

O país clama por uma medalha Olímpica de ouro no futebol, e a seleção da casa também é candidata a destronar os Estados Unidos. Para chegar ao ouro, o Brasil conta com Cristiane, a maior artilheira dos Jogos Olímpicos, com 12 gols marcados desde Atenas 2004, e Marta, eleita a melhor do mundo por cinco vezes consecutivas entre 2006 e 2010. Engasgadas com os dois vice-campeonatos Olímpicos em Atenas 2004 e Pequim 2008, ambos com derrotas para as americanas, as meninas do Brasil querem mostrar que jogar ao lado da torcida pode fazer a diferença a favor. “Por isso a presença do psicólogo, para nos auxiliar neste trabalho, para que a gente não carregue esse peso”, diz o técnico Vadão.

Será o sonhado ouro Olímpico no futebol chega com a seleção feminina? (Foto: Getty Images)

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