Alexandre Herchcovitch conta como foi vestir Gisele Bündchen e Regina Casé.
O Kosovo faz sua estreia Olímpica no Rio 2016 – mas sua porta-bandeira já tem experiência nos Jogos. Bicampeã mundial, a judoca Majlinda Kelmendi competiu pela Albânia em Londres 2012.
O arquiteto Altamir Júnior é como o prefeito da Cidade das Caixas. Além de ter ajudado na montagem, ele treinou os funcionários que agora fazem mágicas lá dentro. Neste exato momento, Júnior também está lá com eles, numa sala de controle improvisada.
“Prefeito, não sei. Mas eu brincava que era o corretor imobiliário”, diz. Júnior é formado em desenho industrial e trabalha desde 2004 com Abel Gomes, o produtor executivo criativo da cerimônia. (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

Conhecida como “Bolt de saias”, Shelly-Ann Fraser-Pryce sucede o “Raio” como porta-bandeira da Jamaica nos Jogos Olímpicos. Assim como Usain Bolt, ela tentará o tri Olímpico nos 100m do atletismo no Rio 2016. (Foto: Getty Images/Clive Mason)

Ao todo, 35 atletas que disputam o Rio 2016 fazem aniversário nesta sexta, dia da cerimônia de abertura. Entre eles está a nadadora italiana Federica Pellegrini, porta-bandeira de seu país, que completa 28 anos. (Foto: Getty Images/Elza)

A delegação iraquiana no Rio 2016 é 100% masculina. São 22 atletas: 18 do futebol, um do boxe, um do judô, um do remo e um do levantamento de peso.
Porta-bandeira do Irã, a arqueira Zahra Nemati é cadeirante e competirá tanto nos Jogos Olímpicos quanto nos Paralímpicos. Em Londres 2012, ela tornou-se a primeira mulher de seu país a ganhar a medalha de ouro Paralímpica.

A construção da Cidade das Caixas no Maracanã começou em maio e terminou no final de junho, dias antes do previsto. Haja eficiência! Os 100 funcionários que ajudaram na montagem agora estão literalmente dentro das caixas, participando da manutenção desta minicidade e cuidando das surpresas que ainda vamos ver.
A Cidade das Caixas é toda feita de uma estrutura metálica chamada “box truss”, comum para construir palcos de shows. “É como um Lego gigante, com vários módulos de vários tamanhos”, diz o arquiteto Altamir Júnior, que ajudou na construção. “Essa é a síntese da nossa cerimônia. Feita de forma muita criativa, com muito impacto e poucos recursos.”
(Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

Atual campeão Olímpico e do tradicional torneio de Wimbledon, Andy Murray foi escolhido para ser o porta-bandeira da Grã-Bretanha no Rio 2016. É a primeira vez que um tenista tem a honra de carregar a bandeira britânica na cerimônia de abertura dos Jogos. (Foto: Getty Images/Cameron Spencer)

Primeiro pentacampeão mundial da história do judô e invicto desde 2010, o campeão Olímpico Teddy Riner foi escolhido como porta-bandeira da França no Rio 2016. O atleta de 2,06m e 139kg tem o curioso apelido de Urso Teddy. (Foto: Getty Images/Elsa)

Recapitulando o começo da cerimônia de abertura: lembram-se da contagem regressiva com os “cassaros” infláveis? O videomaker Julio Stotz visitou a “fábrica” no Maracanã, e a búlgara Rositsa Ivanova, gerente responsável pelos objetos, falou sobre a produção dos objetos.
Para fazer um “cassaro”, apelidado de "pillow" (travesseiro em inglês), são necessárias quatro folhas de bop metalizado – como aquelas dos pacotes de salgadinho ou bolacha (ou biscoito...). Duas folhas têm as bordas coladas uma na outra e outras duas são usadas para o buraco do meio. Tamanho: 2,94 por 2,94 metros.
Com 556 atletas, os Estados Unidos têm a maior delegação dos Jogos Rio 2016. Do total, 296 são mulheres – o que representa a maior participação feminina de um país na história Olímpica. (Foto: Getty Images/Cameron Spencer)

O tenista Rafael Nadal é um dos atletas mais populares dos Jogos Rio 2016. Campeão Olímpico em Pequim 2008, o espanhol, porta-bandeira da delegação de seu país, disputará os torneios de simples e duplas. (Foto: Getty Images/Buda Mendes)

Rossy Amoêdo, o artista de Parintins que fez os objetos dos africanos lá no começo da cerimônia, também ajudou a fazer estes triciclos, criados pelo estúdio Radiográfico, repletos de objetos como galão de água, cone de rua, vaso de planta e caixa de isopor. O trabalho levou mais de dois meses. “Foi um processo totalmente artesanal, cada bike foi montada uma a uma”, disse.
Aos 39 anos, ele já participou de 14 Carnavais do Rio e foi responsável por uma águia da escola de samba Portela que exibia movimentos surpreendentes. Além disso, tem outra grande paixão: é vice-presidente do boi-bumbá Caprichoso, de Parintins, no Amazonas. Usar vermelho, nem pensar – é a cor do boi rival, o Garantido. Na conversa com Rossy, fica proibido mandar um “tá garantido”. Dá azar, ele diz. Com Rossy, fica tudo no “capricho”.
Foto: Rio 2016/Julio Stotz

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